The Stones

Finalmente vou poder partilhar alguns dos bons momentos que passei… o ano passado tive oportunidade de ver dinossauros (eu que pensava que estavam extintos). Estou, claro, a referir-me a um concerto memorável no estádio de Coimbra.

Os Rolling Stones marcaram uma era e poder finalmente presenciar um evento desta magnitude foi muito importante para mim. A música destes britânicos juntou três gerações de tugas e foi emocionante ver crianças que pela vez foram ver um espectáculo daquele tipo!?

No final da noite o circulo estava completo e no ar sentia-se uma leve nostalgia misturada com um sentimento de satisfação. Simplesmente perfeito!

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Desilusão

O cinema em 2004 ainda não me convenceu. Durante este primeiro mês e meio vi , entre outros, Underworld, Cold Creek Manor e Scary Movie 3. Todos eles têem um elemento em comum: tinham tudo para ser bons filmes mas falham de forma épica!

Os trailers foram muito bem feitos, como já vem sendo hábito, no entanto, falta o “sumo”. Ficamos pelo “se” e perdem-se excelentes oportunidades para criar uma boa hora e meia de entretenimento. Para poder quantificar o meu grau de satisfação criei uma escala de 1 a 5. Este mês espero ansiosamente por um filme: Gothika. Pelo que pude confirmar promete ser um excelente thriller, com muita carga emotiva, bem ao estilo de The Ring. Resta esperar e ver se está à altura dos pergaminhos.

Mas sem qualquer tipo de dúvida que Kill Bill vol.II de Quentin Tarantino é a grande pérola do momento. Depois de um fantástico primeiro filme muito espero desta sequela, sendo evidente que este realizador não me desilude.

Contem com novos artigos muito em breve! Até lá.

The Smashing Pumpkins

De “Siamese Dream” a “Mellon Collie and the Infinite Sadness”, passando pelo som intimista de “Adore” os Smashing Pumpkins conquistaram uma legião de fãs. Tive o privilégio de os ver por duas vezes e fiquei estarrecido com a qualidade musical deste quarteto de Chicago. Contudo, o tempo causou a inevitável erosão e desgaste no seio da banda que foi progressivamente perdendo elementos até à sua ruptura final em 2002.

Mantém-se a amizade que os unia, contudo as carreiras seguiram caminhos separados. Billy Corgan fundou recentemente com Jimmy Chamberlain os Zwan, que segundo informações mais recentes já terão terminado. D’Arcy Wretzky e James Iha seguiram igualmente projectos a solo, mas pouco se tem ouvido falar neles. Quanto a Melissa Auf Der Maur lançou recentemente um álbum a solo.

Confesso que ainda não o ouvi, mas terei de o fazer nos próximos tempos. Quanto a actualizações sobre projectos futuros da banda ou dos membros estarei atento prometo!