Com muito esforço e nitro, consegui ultrapassar com sucesso as corridas de Salvador e Niterói, o que me permitiu desbloquear a etapa da África do Sul.
Prontos para uma mudança de continente?
Com muito esforço e nitro, consegui ultrapassar com sucesso as corridas de Salvador e Niterói, o que me permitiu desbloquear a etapa da África do Sul.
Prontos para uma mudança de continente?
A segunda temporada retoma a batalha de Belmont, Cypha e Alucard, que tentam aceder ao Castelo de Drácula, com o intuito de o assassinar. Vamos conhecer em detalhe o Conselheiro de Guerra de Drácula, com devido enquadramento das suas raízes.
Diria que o tom destes 12 episódios é claramente mais dark e violento, mantendo no entanto alguns momentos de humor dignos de registo. Há a preocupação de humanizar as personagens e acompanhar as várias narrativas que nos são apresentadas ao longo desta temporada.
Apesar de tardio, é fundamental destacar o extraordinário casting, com destaque para Richard Armitage, James Callis, Matt Frewer, Jaime Murray e Graham McTavish, entre muitos outros. A música é igualmente fenomenal, trazendo lembranças de um passado distante da minha adorada NES.
Não vou colocar spoilers, mas posso adiantar que gostei bastante do ritmo desta temporada, assim como da evolução constante das personagens e das suas motivações. Existe a preocupação de mostrar ambos os lados, não existindo limites claros para definir quem está certo ou errado.
Recomendo vivamente Castlevania a todos os leitores deste espaço, sejam ou não fãs e/ou conhecedores das suas raízes em termos de videojogos. Estamos perante uma homenagem fantástica mas que não depende dessa ligação para proporcionar uma experiência fenomenal.
A terceira temporada está confirmada e estará disponível algures no decorrer de 2019.
Duncan Vizla é um assassino profissional que se encontra a catorze dias de celebrar o seu quinquagésimo aniversário, que marcará a sua reforma, cumprindo as regras da empresa Damocles. Nessa altura, estará elegível para receber um bónus de 8 milhões, de forma a poder viver confortavelmente o resto dos seus dias.
No entanto, Mr. Blut, o líder deste consórcio, tem outros planos, que implica assassinar todos os profissionais que atingirem a reforma, de forma a evitar o pagamento de quantias avultadas. O primeiro acto leva-nos ao Chile, onde vamos ser apresentados à equipa que trabalha para a Damocles, que consegue eliminar um dos assassinos prestes a atingir a reforma.
Duncan, mais conhecido por Black Kaizer, é persuadido a aceitar uma derradeira missão, que o leva para a Bielorússia, onde vai perceber que foi alvo de uma cilada. A partir dessa altura opta por aguardar pacientemente o seu aniversário numa pacata cidade, onde vai travar amizade com uma jovem tímida e aterrorizada com o seu passado.
Polar é baseado na novela gráfica de Victor Santos e está repleto de cenas de nudez, humor sórdido e cenas over the top, o que poderá não agradar a todos. Confesso que esperava um pouco mais, embora no global tenha sido interessante, um pouco ao estilo de Killing Gunther.
Destaque para a presença de Katheryn Winnick, Vanessa Hudgens, Matt Lucas e Richard Dreyfuss, num filme que assenta essencialmente na personalidade badass de Vizla, que é interpretado de forma soberba por Mads Mikkelsen. Nota igualmente relevante para a banda sonora, que fica a cargo da lenda canadiana Deadmau5.
Para terminar e sem entrar em spoilers, preparem-se para muito sangue, mortes épicas e um twist algo previsível no derradeiro acto. Se são assinantes do Netflix e fãs deste género, recomendo que invistam duas horas em Polar. Para os restantes, diria que é melhor procurar entretenimento noutros projetos.