Ga-Rei-Zero

Estamos perante uma prequela que narra os eventos inerentes a Ga-Rei, da autoria de Hajime Segawa. O primeiro episódio é extremante curioso, dado que explora algumas personagens que depreendemos serem as principais. No entanto, à medida que vamos sendo introduzidos a este universo, constatamos que esse papel fica reservado a Kagura, da família Isayama.

Ficamos igualmente a conhecer a PDCH (Paranormal Disaster Countermeasure Headquarters), liderado pelo Ministério da Defesa, com o objetivo de combater Kashas and Ghosts, entidades paranormais que são categorizadas por B (aparência espiritual) e C (aparência humana).

Ao longo de doze episódios vamos conhecer a equipa e os eventos que levam a que Yomi Isayama, um dos seus membros, se deixa corromper pelas trevas, passando a utilizar a Bane Stone. A narrativa explora a relação próxima entre Kagura e Yomi, que foi adoptada pela família Isayama aquando da morte da sua mãe.

Conforme mencionei, esta OVA funciona como uma prequela para a manga, estando em aberto a possibilidade de ser igualmente adaptada para formato anime. As personagens são muito interessantes e acompanhamos a evolução de Kagura, uma jovem que é forçada a abdicar de tudo, para se converter na parceira da fera espiritual Ga-Rei Byakuei.

Se és fã de paranormal e aprecias batalhas épicas com katanas e elementos mágicos, esta é sem dúvida uma série deves acompanhar.

Anbernic RG35XX Plus

O meu backlog actual é gigantesco mas a realidade é que sou um apaixonado por videojogos. Ao longo dos anos, sempre fui um entusiasta de handhelds, com destaque para o Gameboy Color, Nintendo DS, e, mais recentemente, a Switch. No final de 2024 aproveitei uma promoção e adquiri o RG35XX Plus, da Anbernic.

Existem várias alternativas, que vão de encontro a praticamente todos os perfis de jogador. Optei por este modelo, pela relação preço/qualidade, aliado ao incrível Knulli, que tem um interface simples e capaz de correr uma panóplia considerãvel de emuladores. Parece-me importante que destacar que a embalagem original não apresenta este sistema operativo. A minha recomendação consiste em adquirir um cartão de memória adicional e instalar o Knulli ou, em alternativa, o Garlic OS.

Durante os primeiros dias, percorri os menus e consultei vários tutoriais, no sentido de optimizar a performance em termos gráficos e da bateria. A autonomia é assinalável, podendo atingir as 8 horas, consoante o tipo de jogos que mais utilizem. Tendo em conta que sou um entusiasta de retro gaming, as minhas escolhas recaíram em MAME, Mega Drive, Phillips MSX, Gameboy Advance e Turbo Grafx 16, embora esta pequena consola possa correr emulação de PSP e outros sistemas mais recentes.

Os botões e os gatilhos na parte posterior são de boa qualidade, para além de confortáveis, o que é excelente para sessões mais prolongadas. Caso estejam no mercado em busca de algo portátil, a um preço baixo, a minha sugestão recai na Anbernic. Em território nacional, podem adquirir estas consolas em diversas lojas, assim como através da Amazon, caso prefiram o conforto do Prime.

Caso tenham questões, utilizem a caixa de comentários para o efeito. Terei todo o gosto em partilhar mais detalhes, caso tenham essa necessidade.

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Devil May Cry T.1

Adi Shankar é o responsável pela nova série de animação de Devil May Cry, que já se encontra disponível via Netflix. A narrativa vai introduzir a origem de Dante, um jovem caçador de demónios, cujo passado vai estar ligado a um evento apocalíptico. A ação decorre nos EUA, em que a DARKCOM (Dark Realm Command), uma organização financiada pelo vice-presidente, tenta erradicar a ameaça demoníaca, com a utilização de armas muito específicas.

Dante vê-se envolvido numa gigantesca conspiração, liderada pelo White Rabbit, que tem como objectivo desactivar a barreira que separa o mundo dos humanos do Inferno. A narrativa está muito bem conseguida e introduz de forma muito competente William Baines, Enzo Ferino e Mary Arkham. No que diz respeito a lore, existem obviamente algumas adaptações mas temos pequenos vislumbres da predileção de Dante por por pizza e sundaes de morango, assim como do seu trágico passado familiar, que será fundamental para o impasse em que terminamos esta primeira temporada.

São oito episódios repletos de ação, em que a nossa perspectiva pode alterar significativamente, em função das revelações que vão sendo introduzidas a meio da temporada. O arco de White Rabbit é fantástico, assim como a sua personagem, convertendo esta série numa experiência muito agradável e que recomendo sem hesitação. Quero igualmente destacar o privilégio de termos a voz de Kevin Conroy no elenco, naquela que terá sido um dos seus derradeiros trabalhos.

No global, há muito para destacar de forma positiva nesta série, que já tem a segunda temporada confirmada. Apesar de ser evidente qual o caminho seguido, confesso que estou curioso no que diz respeito a potenciais ambiguidades na narrativa, à semelhança do que ocorreu nesta primeira temporada.