Fui apanhado pela febre das action figures

Parece que os 28 anos não me fizeram nada bem 🙂

Em mais uma incursão pela internet deparei com este site e a minha febre consumista atingiu novos níveis. Descobri alguns portais portugueses que fazem importação contudo ainda hoje estou à espera de resposta.

Seria expectável que em 2006 alguns destes produtos já estivessem disponíveis em mercado nacional, mas a realidade é que ainda representam um nicho.

Por canais internacionais, consegui realizar a encomenda e recebi aquele que será o primeiro de muitos bobbleheads. Alguns dos visitantes estarão a pensar “que raio”, mas sou um fã das Wacky Races e do Muttley.

Com esta idade devia ter mais juízo mas a minha costela de criança/coleccionador é mais forte. Já andei a dar uma olhadela nos artigos do Family Guy e confesso que estou entusiasmado.

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O supra sumo dos gadgets

É justo afirmar que devo ter comprado o iPod mais caro da história e acreditem que não estou a exagerar. Juntamente com o gadget veio um carro (o que explica a minha afirmação). Após oito anos, o meu velho Clio foi substituído: ficam as recordações e espero sinceramente que o novo dono o trate bem. Quanto ao meu novo veículo nada a apontar. No entanto é curioso como muitas marcas estão a aderir à “moda” do Mp3. Se a memória não me falha foi a Mercedes a pioneira e neste momento já existem mais três marcas com oferta semelhante.

Mas falemos concretamente do Ipod: é bom, simples e como referido por alguns defensores da Apple it works. O modelo que adquiri é o Nano de 2 gb que já me permite ter cerca de 500 músicas. O design é fantástico e a qualidade de som invejável. Para aguçar a febre consumista existem inúmeros extras que são comercializados a valores astronómicos.

Mas confesso que é um prazer visual ter um iPod: enche as medidas de qualquer um e é imbatível na facilidade de utilização (os menus são muito intuitivos). Pena que não esteja ao alcance de qualquer bolsa. Bem, vou ouvir mais um pouco de música. Fiquem bem.

Syriana

Podia ser um filme complicado em termos de resultados de bilheteira, dado que aborda assuntos políticos muito delicados. No entanto, a história está muito bem estruturada e dividida entre as relações “perigosas” de Washington, passando pelos trabalhadores dos poços de petróleo e terminando na vida de um pacato consultor financeiro.

O tema principal centra-se na personagem de George Clooney (Bob Barnes) que está na fase final da carreira da CIA. É-lhe solicitado que assassine o Príncipe Nasir (futuro rei) de forma a evitar que os EUA percam o controlo do país e os acordos de petróleo. O filme, apesar de extenso está muito bem conseguido, intercala de forma inteligente as histórias paralelas que se vão desenrolando e, no final todas acabam por se interligar.

A nível de interpretações, não me parece que se justifique a nomeação de George Clooney para melhor actor secundário.