Expectativa

A Comic-Con deste ano não fugiu à regra e trouxe muitas novidades, como é apanágio. Neste artigo vou abordar alguns dos projectos que captaram a minha atenção.

Começo pela prequela de Alien, com a realização de Ridley Scott. O filme já se encontra em produção e conta com a participação de Michael Fassbender, Charlize Theron, Naomi Rapace e Idris Elba, entre outros actores.

De acordo com Scott, a ligação com Alien apenas será visível nos “últimos seis minutos do filme”, mas temos a promessa de ficção científica de alto calibre. Estou francamente entusiasmado com Prometheus, tendo em conta a equipa reunida em torno do projecto.

O segundo filme que vos quero apresentar é “Snow White and the Huntsman”, uma visão bélica do conto da Branca de Neve. Na adaptação de Rupert Sanders, temos direito a 8 anões e a uma “princessa guerreira”, que pouco tem de indefesa.

Os nomes confirmados são Kristen Stewart, Chris Hemsworth, Charlize Theron, Ian McShane, Bob Hoskins e Ray Winstone entre muitos outros. Deixo-vos uma das (poucas) imagens disponíveis.

Para terminar, parece-me importante falar de Tintin, o mais recente projecto de Spielberg e Peter Jackson. Na Comic Con foram apresentadas mais imagens do filme e o hype aumentou para níveis apenas comparáveis com Tron 2.0 (falo obviamente por mim).

Estou convicto de que estaremos perante o início de uma trilogia que deixará uma marca de qualidade. Aliás, nem me parece possível que este duo possa criar algo simplesmente bom. Tem de ser épico!  😀

Defying Gravity

Os últimos cinco anos foram marcados pelo lançamento de inúmeras séries de qualidade, com destaque para Lost e Doctor House, pelo menos no que diz respeito a culto de fãs.

O meu género preferido é a ficção científica, que teve em BSG e Firefly o seu auge em termos de séries de TV. Recentemente tive oportunidade de acompanhar Defying Gravity, que sem dúvida tem uma abordagem mais convencional ao tema em questão.

A narrativa desenvolve-se num futuro próximo, em que a Humanidade consegue viajar pelo sistema solar em poucos anos, mas sem nunca atingir uma fronteira de verdadeira ficção, ao nível de Stargate ou Star Trek.

A série acompanha o período de treino dos astronautas, desenvolvendo de forma soberba as personagens. Está longe de ser uma narrativa de acção, mas consegue conjugar com qualidade este dois pontos. Paulatinamente vamos sendo confrontados com os elementos sobrenaturais do enredo e com os verdadeiros critérios de escolha para os tripulantes da missão.

Foi com muita pena que constatei que a série foi cancelada, devido ás audiências. A primeira temporada termina em Marte, o primeiro dos sete planetas que a expedição de 6 anos deveria visitar. Fica a satisfação de o 13º e último episódio culminar numa cena épica…

Honestamente, existem séries com muito menos qualidade no ar, mas as audiências ditam a continuidade destes projectos. Espero sinceramente que Defying Gravity possa ser retomada num futuro próximo, para poder acompanhar as aventuras de Maddux e Companhia.

O fim de uma era

Desde muito novo que sinto particular interesse pela exploração do Espaço, o que me parece natural, dado que estamos perante o próximo grande desafio da Humanidade.

Para muito deste interesse contribuíu a NASA, com toda a sua história e ambição. É com muita pena que constato o fim da era do shuttle, mas estou confiante no seu sucessor e no futuro do programa espacial. Gostaria imenso de poder testemunhar a chegada do Homem a Marte, mas nesta fase ainda estou um pouco céptico.

Para terminar e em forma de homenagem, deixo-vos com o vídeo da última missão do Endeavour.