Falta-me apenas a Gum Base para poder construir a bomba…
Falta-me apenas a Gum Base para poder construir a bomba…
A batalha pela “conquista da sala” continua em aberto mas parece-me claro que a Microsoft está a tentar realizar um push nesse sentido. Com o lançamento da Xbox One o objetivo claro é disponibilizar uma consola que possa aglomerar vídeo, jogos, conteúdos web e claro stream, permitindo que toda a família possa disfrutar da experiência. Do lado da Nintendo e Sony a perspectiva imediata é diferente, embora a PS4 esteja mais próxima do ideal mencionado.
Sou em entusiasta de jogos, até porque o faço desde os meus 9,10 anos mas não me considero um gamer. É um facto que adquiri várias consolas, como já diz questão de mencionar mas a minha disponibilidade de tempo impede que cometa algumas loucuras. Voltando ao tema deste artigo, ficao com a sensação que a era das consolas poderá efetivamente terminar dentro de alguns anos, tal a panóplia de soluções que foram e serão implementadas. Hoje em dia um tablet tem capacidade para correr títulos de qualidade e o computer modding continua a ser uma solução fantástica para os hardcore gamers.
É uma realidade que a indústria dos videojogos fatura largos milhões anualmente e que as consolas são um dos grandes responsáveis mas na minha honesta opinião o DRM vai aniquilar a longevidade destes sistemas. Não há nada mais frustrante do que comprar mapas, enredos paralelos ou mesmo armas, quando o utilizador já gastou 50-65 euros, o que é extremamente caro e deveria justificar que estes conteúdos fossem gratuitos.
Para complicar ainda mais a situação, a nova consola da Microsoft é demasiado cara para o que oferece e tem a clara limitação do DRM e dos jogos usados não correrem no sistema (fala-se que pode ser lançada uma taxa para o permitir). Por outro lado, a Wii-U está longe de competir em termos de especificações técnicas, o que pode afundar por completo a consola. Mas foi dito o mesmo na altura do lançamento da Wii e as vendas falam por si, sobretudo na zona da Ásia. Por último, a Sony parece ter feito tudo bem no lançamento da PS4, permitindo que corra jogos antigos e usados, numa consola que custa “apenas” 399 euros e que tem claramente as melhores especificações técnicas.
Veremos quem será o campeão de vendas no Natal mas tendo em conta os dados disponíveis atualmente, o cenário está muito inclinado para a Sony. No que diz respeito à luta entre gaming computers e consolas… talvez seja melhor falar disso noutro artigo no blog. Concordam comigo acerca desta questão das consolas? Qual a vossa preferida? Estão tentados a investir? Enquanto dono de uma DS, Wii, iPad, Xbox e PS2 posso garantir-vos que não está no meu horizonte o investimento a curto/médio prazo.
Quando vi o trailer original para este filme recordo-me de ter ficado com a sensação que podíamos estar perante um clássico ou um fail de proporções épicas. Agora que vi Oblivion posso com certeza afirmar que não se enquadra em qualquer destes cenários.
Jack e Kara fazem parte de uma equipa de manutenção provisória que se encontra no Planeta Terra e que está a cerca de duas semanas de regressar a Titan, para se reunir com a restante população humana. Porém os Scavs (raça extra-terrestre que invadiu a Terra) continuam a ser uma ameaça, apesar de terem sido derrotados na guerra, dado que continuam a habitar o solo árido na tentativa de destruir os dróides. Para complicar ainda mais uma misteriosa nave cai no planeta, o que obriga a uma missão de resgate, em que Jack vai encontrar uma sobrevivente humana, de nome Julia, no meio dos destroços.
Uma boa parte de Oblivion relata a viagem de Jack e Julia pelo Planeta Terra, em busca de respostas, uma vez que nem tudo aparenta ser tão linear como inicialmente explicado. Rapidamente somos confrontados com novos dados (vou evitar os spoilers como habitualmente) e descobertas, o que leva a crer que poderemos estar perante uma enorme conspiração. Os dois membros da equipa de manutenção tiveram as suas memórias apagadas, no entanto Jack continua a ter imagens recorrentes, que envolvem Julia e visões antes do holocausto.
A parte final do filme é cativante e relativamente inesperada mas está longe de ser inovador. Oblivion tem um conceito interessante e garante entretenimento durante cerca de 115 minutos mas está longe de marcar lugar de destaque neste género. Apesar de estar na minha lista para 2013 não passou de boas intenções, o que é uma pena, dado que poderia ter sido genial. Talvez Elysium consiga corresponder ás minhas expectativas…