Captain America: Civil War

Na minha opinião, os melhores filmes da Marvel até ao momento são os do Capitão América, que tem conseguido combinar acção e narrativa de forma quase perfeita. Dito isto, foi com grande entusiasmo que aguardava pela estreia de Civil War, uma das minhas histórias preferidas da BD.

Sendo uma adaptação, era mais do que evidente que o desfecho seria diferente mas não posso deixar de revelar algum desapontamento pela narrativa, sobretudo a primeira hora de filme, que tem demasiados paralelismos com a aventura anterior. Para quem desconhece a premissa inerente a Civil War, a lógica assenta na necessidade dos Avengers serem “controlados” pela ONU, evitando cenários semelhantes aos que sucederam em New York, Sokovia e Wakanda, para citar alguns exemplos.

O atentado que ocorre na assinatura do tratado e que leva à morte do Rei de Wakanda, despoleta uma série de eventos, que culminam na cisão dos Avengers, o aparecimento de Black Panther e uma caça ao homem, mais concretamente Bucky Barnes.

As cenas de acção estão soberbas e há que destacar a presença de Spider-Man e Ant-Man, que dão um toque de humor ao filme, embora a grande surpresa seja Chadwick Boseman, no papel de Black Panther. Como é habitual, evito os spoilers, mas a relação entre o Capitão América e Tony Stark muda radicalmente, com o desvendar de um segredo, algo que pode ser reaproveitado para os próximos filmes dos Avengers.

Há uma tentativa de humanizar Vision, o que faz todo o sentido face às suas origens na BD, assim como uma aproximação clara a Scarlet Witch. Contem com as presenças secundárias, mas positivas de War Machine, Hawkeye, Falcon e a incontornável Black Widow. Destaque para a sensacional batalha final entre Stark e Rodgers, que vemos parcialmente no trailer e para a presença de Baron Zemo, que acaba por ser o vilão principal desta história.

Pessoalmente, gostei e recomendo esta terceira aventura do Capitão América, embora considere que seja a mais fraca. Mas há sem dúvida alguma, muito fan service em Civil War, algo que merece ser destacado e apoiado.

Aguardem pelos créditos finais, dado que existem duas cenas com relevância para o reboot do Spider-Man e para os Avengers.

Halo: Nightfall

Halo é um das franchises de maior sucesso em todo o Mundo, fruto de uma narrativa envolvente e precisa, algo que marcou uma era e ainda hoje serve de referência a múltiplos estúdios de desenvolvimento de videojogos. Com uma base de fãs muito sólida, seria expectável a criação de uma série, algo que ocorreu precisamente em 2014 e que resolvi partilhar convosco neste espaço.

Estamos em pleno século XXVI, numa aparente fase de tréguas entre as duas facções, mas um ataque inesperado da Covenant no planeta Sedra, acaba por revelar uma conspiração que visa destruir a Humanidade. Uma equipa composta por elemento da ONI e militares da Sedra serão forçados a trabalhar em conjunto, numa missão que os irá levar ao que resta do Halo Ring, que foi destruído pelo Master-Chief.

Nem tudo aparenta ser o que parece e uma terrível ameaça vai colocar em risco o sucesso da missão. Como sempre, vou evitar spoilers e sugerir que vejam os cinco episódios que compõem esta mini-série. Para vossa conveniência, disponibilizo um link de Halo Nightfall, com todos os episódios compactados.

A minha selecção para o Euro 2016

Foi divulgada ontem a lista dos 23 escolhidos por Fernando Santos para o Europeu e sem grande espanto, a “velha guarda” continua a fazer parte do núcleo duro. Pessoalmente, considero que é fundamental iniciar a renovação da selecção, pelo que vou realizar as minhas escolhas com base nesse critério. Paralelamente, terei em conta a polivalência, forma evidenciada nos últimos meses e um esquema táctico de 4x3x3.

Tenho plena consciência que não existem escolhas consensuais, mas está na altura de preparar o futuro, deixando de lado os lobbies dos empresários, escolhendo os jogadores que mais probabilidades nos dão de realizar uma boa campanha.

Antes de divulgar os nomes, quero apenas fazer menção a alguns atletas (Cedric, Daniel Carriço, Paulo Oliveira, André Pinto, Ricardo Ferreira, Hugo Vieira, Orlando Sá, Marafona, Anthony Lopes, Ruben Neves e William Carvalho) que excluí pelos critérios que mencionei, mas que podiam perfeitamente integrar os 23 finais, face à boa época que desenvolveram. De realçar que por lesão, Fábio Coentrão e Bernardo Silva também fica fora dos 23.

  • GR – Beto, Rui Patrício, João Silva
  • DF – Vieirinha, André Almeida, Pepe, José Fonte, Luís Neto, Josué Sá, Ricardo Pereira, Raphael Guerreiro
  • MD – Renato Sanches, Danilo Pereira, João Mario, André Gomes, Adrien Silva, João Moutinho
  • AV – Cristiano Ronaldo, Rafa Silva, Nani, Pizzi, Diogo Jota, Bruno Moreira

Para terminar, vou partilhar o meu onze inicial  e convidar-vos a opinar acerca do tema. Força Portugal!

  • GR – Beto
  • DF – Vieirinha, Pepe, José Fonte, Ricardo Pereira
  • MD – Danilo Pereira, João Mário, André Gomes
  • AV – Cristiano Ronaldo, Rafa Silva e Pizzi