Game of Thrones T.2

Após os eventos que levam à morte de Ned Stark e à coroação do Rei Joffrey, a narrativa assenta na luta pelo poder, com o Norte a reclamar independência e Stannis Baratheon o Trono de Ferro.

Por Essos, com a morte de Khal Drogo, Daenerys encontra refúgio na cidade de Qarth, aguardando impacientemente pelo crescimento dos seus dragões, sem perder de vista a necessidade de formar um exército. Vamos igualmente acompanhar as aventuras de John Snow, que continua pelo Norte, mas numa aventura fora da Muralha e que o vai colocar na mira dos White Walkers.

Arya permanece em Harrenhal, mas conta com a ajuda de H’ghar, que vai eliminar alguns dos seus problemas. Existem várias tramas, que irão envolver a queda de Winterfell, o assassinato de Renly e o ataque de Stannis Baratheon a King´s Landing, no final da temporada.

Esta segunda temporada mantém o desenvolvimento de personagens, equilibrando a acção com a evolução da narrativa, conferindo um ritmo consistente e mantendo a nossa atenção até ao derradeiro final. Confesso que estou particularmente curioso relativamente ao rumo de John Snow e Daenerys, fruto da mudança que serão forçados a aceitar para atingir os seus objetivos.

Killjoys T.2

A segunda temporada está dividida em três actos, que consistem em resgatar D´Avin, descobrir o planos dos Level Six e salvar Old Town de um misterioso cerco, composto por uma barreira de energia.

Vamos descobrir um plano maquiavélico da Companhia, alguns dos planos de Klyne e forjar alianças importantes para a Guerra que se aproxima. Como sempre, temos muita acção, humor e desenvolvimento de personagens. Lentamente, os nossos “anti-heróis” começam a mudar de atitude, liderando a Resistência contra o regime implementado.

Finalmente, teremos resposta em relação ao Red 17 e ás suas ligações a Arkyn e aos monges. Paralelamente, Johnny e Pawter iniciam uma missão em Westerley, tentando recrutar algumas das Casas dos 9 para a batalha contra os Hullen.

Existe um claro avanço na narrativa, que enquadra as motivações de todas as facções envolvidas no conflito. Tudo o que é positivo foi mantido e o que foi acrescentado dá um toque de qualidade extra a Killjoys, que já se converteu na minha série de ficção científica preferida do momento.

Como sempre, temos um desfecho inesperado no final de cada temporada, desta vez com o sacrifício de um elemento relevante em toda a narrativa…

Skullcandy Wireless Uproar

No final de 2017 tomei a decisão de adquirir uns headphones wireless, que me permitissem alguma mobilidade. Estou extremamente satisfeito com os meus Audio Technica ATH-M50x mas necessitava de uma alternativa, mais focada para a audição de música e que fossem bastante acessíveis em termos de custo.

Após alguma pesquisa, optei por um valor abaixo dos 50 euros e deparei-me com duas alternativas: Skullcandy Uproar e Creative Sound Blaster Jam. A escolha acabou por recair nos Uproar, que foram adquiridos novos, por 38 euros.

Estamos perante um produto que face ao seu preço tem um qualidade de construção bastante interessante, apesar de ser essencialmente plástico. Posso igualmente confirmar que são extremamente confortáveis, mesmo após largas horas de utilização, resultado da proteção em espuma que se encontra no topo dos headphones. Em termos de bateria, podem contar com cerca de 10 horas, o que é bastante aceitável, sendo que podem recarregar via micro USB.

Se pretendem uma solução económica e que vos disponibiliza conforto e uma qualidade de som bastante aceitável, sugiro-vos este produto. Caso tenham possibilidade de investir um valor superior, recomendo a linha SoundLink da Bose ou os produtos da Ausdom.

This slideshow requires JavaScript.