Há vários anos que pondero a aquisição de um projector, mas o elevado custo de manutenção, aliado aos requisitos em termos de espaço, dissuadiram essa intenção. Felizmente a tecnologia tem evoluído imenso nos últimos anos, pelo que me deparei com uma solução simples e económica: o H100 da Gearbest.
Para as minhas necessidades, este produto é mais do que suficiente, garantindo uma imagem razoável (resolução de 480×320, 600 lumens com 800:1 de contraste), assim como portabilidade máxima. Em termos de ligações, permite a utilização de cartão SD (até 32 GB), USB e HDMI.
O preço é extremamente reduzido, tornando-se numa excelente opção para utilizar num quarto de criança ou mesmo para utilizar em férias. Pessoalmente, estou satisfeito com a compra, dado que cumpre os requisitos que estipulei (preço reduzido, portabilidade e qualidade qb).
Para quem procura um projector HD ou com qualidade acima da média, esta não é a solução indicada, pelo que vos sugiro outras opções disponíveis e que custarão entre 200-350 euros.
O sucesso originado pelo reboot da franchise no cinema levou a que a CBS apostasse em Discovery, que assenta numa visão mais sombria da Federação, com a evidente componente de acção, que é uma constante ao longo da primeira temporada.
A introdução das personagens é longa e assenta na tentativa de unificação do império Klingon, por T’Kuvma, que tem uma nave com a capacidade de se camuflar. De forma completamente aleatória, a USS Shenzhou acaba por detectar essa nave, alertando a Federação e criando um impasse que ficará conhecido com a Guerra das Estrelas Binárias.
Dezenas de naves entram em conflito, gerando inúmeras baixas em ambos os lados e as acções de Burnham levam a que sua Capitã acabe por falecer, ás mãos de T´Kuvma. A narrativa avança alguns meses e vamos acompanhar o percurso de Burnham, que foi expulsa da Federação e condenada por motim.
Misteriosamente, a USS Discovery, comandada pelo Capitão Lorca vai solicitar os serviços de Burnham, com o intuito de ajudar com um projecto secreto, que assenta na utilização de esporos para navegar pelo espaço a velocidades quase instantâneas.
Existem muitas missões paralelas e os eventos que parecem não ter qualquer relação correlativa vão fazer sentido no final da temporada. Em termos de personagens, Discovery é francamente diferente, apesar de manter alguns dos seus clichés. Um dos pontos mais criticados é o seu posicionamento na timeline do universo Star Trek, algo que continua a ser debatível, embora seja esta a cronologia oficial:
Star Trek: Enterprise (2151-2161)
Star Trek Discovery (2255)
Star Trek (2265-2269)
Star Trek: The Animated Series (2269-2270)
Original Star Trek movies (2273-2293)
Star Trek: The Next Generation (2364-2370)
Star Trek: Deep Space Nine (2369-2375)
Star Trek: Voyager (2371-2378)
Como habitualmente, os meus artigos de opinião não divulgam spoilers mas no geral considero esta temporada uma lufada de ar fresco, embora discorde de algumas decisões.
A tecnologia utilizada é vastamente superior em comparação com a série original, assim como a fisionomia dos Klingons, o que poderia fazer sentido caso outras espécies tivessem seguido o mesmo caminho, algo que não ocorre (exemplo: Vulcans e Andorians).
Foi um risco a direcção tomada nos derradeiros cinco episódios mas a realidade é que funcionou, restando saber se voltaremos a tocar nalguns temas que ficam claramente por resolver. O trailer para a segunda temporada já foi disponibilizado na Comic Con e confirma a presença do Capitão Pike, assim como a premissa principal da narrativa, que vai envolver Spock.
Qual é a vossa opinião acerca desta nova série? São Trekkies tradicionalistas ou acreditam no sucesso do projecto?