Young Justice League T.1

Se são fãs de super-heróis, esta é uma série a não perder. Vão poder acompanhar a integração e treino de Robin, Aqualad, Kid Flash e Superboy, entre outros, com o intuito de um dia integrarem a Justice League.

O quartel-general situa-se no Monte da Justiça, sendo Batman o responsável pela atribuição das missões, coadjuvado por Black Canary, que orienta os treinos, ficando Red Tornado com a função de mentor. A narrativa vai apresentar-nos as origens dos vários elementos da equipa, que ostentam segredos importantes e que serão relevantes para o final da temporada.

Paralelamente, temos a Cadmus e a Liga da Injustiça que nas sombras, parecem ter um plano maquiavélico para derrotar os super-heróis. A equipa vai sofrendo adições ao longo dos episódios, mais concretamente Miss Martian, Artemis e Speedy, criando uma dinâmica muito interessante.

Gosto particularmente da presença de vários membros da Justice League ao longo da temporada, com destaque para Doctor Fate e Red Tornado, que serão importantes para o desenrolar da batalha contra a organização The Light, que é composta por uma equipa de Super Vilões, com uma agenda obscura.

Confesso que gostei bastante desta primeira temporada da Young Justice League. Há um equilíbrio perfeito entre a presença dos super-heróis, que nunca ofuscam a equipa e o seu crescimento. A narrativa é fluida e repleta de dúvidas sobre a identidade do traidor, que apenas é relevado no derradeiro episódio.

Recomendo vivamente esta série a todos os fãs da DC e sobretudo da Justice League.

Final Space T.1

Olan Rodgers é o criador desta série, que tem a sua génese no canal de YouTube, em 2010, onde captou a atenção de Conan O´Brien, que demonstrou interesse em tornar o projecto numa realidade. Oito anos depois, Final Space está finalmente disponível e conta com a produção de O´Brien, que dá igualmente voz a uma das personagens secundárias.

Gary é o típico anti-herói, que se vai envolver, de forma peculiar, numa trama interestelar, de proporções épicas. Tudo começa a bordo da Galaxy One, uma nave prisão, onde Gary cumpre uma pena de cinco anos, após ter destruído uma frota da Infinity Guard, na tentativa de conquistar o afecto de Quinn.

Numa das suas reparações, vai conhecer uma estranha criatura, que apelida de Mooncake, originando uma série de eventos, envolvendo caçadores de recompensa e a primeira aparição de Lord Commander, que pretende capturar a criatura, que apelida de Espécime E-351.

Avocato, um dos caçadores de recompensa vai aliar-se a Gary nesta luta pela sobrevivência da Galáxia, que se avizinha complexa face ao poderio do vilão Lord Commander. A série está repleta de humor e conseguiu cativar a minha atenção ao longo dos dez episódios, apresentando de forma muito coerente as várias personagens e respectivas motivações.

Gary consegue ajudar Avocato a libertar o seu filho, Little Cato, unindo igualmente forças a Quinn e a uma misteriosa viajante do tempo (NightFall), no sentido de salvar o Planeta Terra. Ficamos igualmente a saber que Lord Commander pretende capturar Mooncake para o utilizar como fonte de energia para uma arma que vai criar uma ruptura no espaço, permitindo a passagem dos Titãs que se encontram aprisionados no Espaço Final.

Recomendo vivamente esta série, que está disponível via Netflix. A produção, como referi, é de Conan O´Brien, contando igualmente com um elenco soberbo, dos quais destaco Fred Armisen, Gina Torres, David Tennant, Steven Yeun, Ron Pearlman, Tika Sumpter e Tom Kenny, que conseguem elevar o nível de Final Space a um patamar muito elevado.

É com muito agrado que constato já ter sido confirmada a segunda temporada, que deverá ser disponibilizada em 2019, com um total de treze episódios. E caso não tenham ainda percebido, sou realmente um grande fã desta série de animação. Ainda estão aí? Agradeçam-me mais tarde pela sugestão.

Sennheiser BT 4.40

Apesar de estar extremamente satisfeito com meus os actuais headphones BT, surgiu a oportunidade de realizar um upgrade a preço altamente competitivo, pelo que nem hesitei. Assim sendo, tenho estado a utilizar o modelo 4.40 BT, da Sennheiser e pareceu-me relevante partilhar a minha opinião.

A autonomia de bateria é excelente, garantindo 20 horas de utilização contínua em modo sem fios. Paralelamente, podemos optar por utilizar o cabo que é fornecido com o produto.

Em termos de som, a performance é muito positiva, embora os amantes de “Bass” possam ficar desiludidos. A qualidade de construção e o material utilizado é de boa qualidade e são muito confortáveis de utilizar, causando pouca fadiga mesmo após utilização prolongada.

Acrescento apenas que estes headphones não têm ANC, o que é natural face ao seu posicionamento no mercado. O preço oscila entre os 120 e os 150 euros, embora o tenha adquirido a um valor substancialmente mais baixo.

Fica no entanto a minha recomendação: se procuram headphones que conjugam qualidade/preço, sugiro que façam a vossa pesquisa e invistam no modelo 4.40 BT, da Sennheiser.

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