Lisboa Games Week 2018

O mês de Novembro marca a celebração da Lisboa Games Week, um evento que consagra a indústria dos videojogos e as suas inúmeras vertentes, dos quais destaco o retro gaming e o eSports, que me parecem representar de forma mais clara os pólos opostos.

Esta edição decorreu entre 15 e 18 de Novembro, ocupando dois pavilhões da FIL e proporcionando experiências diferentes em cada um dos dias. A minha visita decorreu na sexta-feira, cujo programa incidiu em dois torneios (FIFA e Fortnite) e vários sessões/palestras de robótica e game design.

Para além das atividades acima indicadas, existiram os habituais meet and greet com vários Youtubers nacionais, sem esquecer as diversas zonas comerciais e de restauração. Em termos de organização, a LGW é sem dúvida uma referência, sendo bastante simples circular pelo espaço e usufruir das diversas experiências.

No que diz respeito ao recinto, destaque para a zona retro, que continua a proporcionar uma experiência única, sendo um dos meus espaços de eleição. Nota igualmente muito positiva para a zona reservada aos jogos indie, que permitiram ao público tomar conhecimento de projetos como La Mulana 2 e John Mambo, entre muitos outros.

Para os adeptos de diversidade, não podia faltar o cosplay, as sessões de wrestling e algumas experiências radicais que se encontram disponíveis ao longo dos dois pavilhões, sem esquecer a possibilidade de testar os videojogos mais recentes e adquirir alguns produtos de gaming a valores mais competitivos.

No entanto, nem tudo são rosas. Sinto que esta edição sofreu do “síndrome Comic Con”, que pela primeira vez se realizou em Lisboa e condicionou, na minha opinião, a presença de alguns dos expositores habituais. Esta foi a minha quinta presença neste evento e senti que o espaço estava mais vazio, o que é desapontante, sobretudo se pensarmos que o bilhete deste ano subiu para os 12 euros.

Para terminar, quero apenas salientar que a LGW continua a ter a minha confiança, embora existam claros pontos de melhoria. Apesar de compreender a necessidade de rentabilizar o evento e agradar aos patrocinadores, é fundamental não esquecer a essência deste evento, que passa por divulgar projectos e promover a troca de ideias e inovação da indústria de videojogos no nosso cantinho à beira mar plantado.

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Fate/Apocrypha T.1

Esta série tem como premissa a Guerra do Santo Graal, em que duas facções comandam guerreiros épicos do Passado (Servos), com o intuito de vencer e reclamar o artefacto, de forma a satisfazer os seus desejos pessoais.

Na primera temporada, vamos ficar a conhecer os mestres da Facção Preta, que pertencem à família Yggdmillennia, assim como da Facção Vermelha, que representa a Clock Tower e a Igreja, com as escolhas de Kairi Sisigou e Shirou Kotomine.

Ao longo dos vários episódios, vamos conhecendo as motivações e os limites de cada um dos membros, que contam com poderosos guerreiros de ambos os lados. Existem batalhas épicas, com mortes inesperadas, assim como um herói improvável: Sieg, um homúnculo criado pelos Yggdmillennia, que se irá revoltar e ter um papel fundamental no desfecho da Guerra (sem spoilers)

Destaque igualmente para a presença de Jeanne D´Arc, que tem o papel de Ruler, lutando pelo cumprimento das regras da “competição”. A primeira temporada é francamente interessante e termina com o habitual cliff-hanger.

A animação está muito bem conseguida e as cenas de acção combinam coreografia digna de registo com enredo, conferindo uma ligação emocional para com as personagens.

Luckslinger Ep.9

Os mais atentos vão rapidamente compreender que este episódio avançou na história. Tal ficou a dever-se a um ficheiro corrompido, que me impediu de partilhar convosco a batalha com o vilão anterior. Por esse motivo, apresento as minhas sinceras desculpas.

Mas adiante, desta vez, vou em busca de mais uma recompensa, numa aventura repleta de candeeiros, trampolins e barris!