The Strain T.4

A terceira temporada foi a menos interessante até ao momento, embora tenha captado a minha atenção nos últimos episódios. Neste regresso, a narrativa avança cerca de nove meses, mostrando o mundo pós-nuclear em que a Humanidade vive.

Antes de avançar com a minha opinião, começo por alertar para a existência de spoilers.

Os Strigoi criaram um programa de nome “A iniciativa”, que promove a co-existência entre as duas espécies e a resistência aparenta ter terminado por completo. Paralelamente, vamos conhecer o paradeiro de Dutch e Setrakian, que foram capturados e colocados num das instalações do inimigo. Rapidamente compreendemos que são muito semelhantes a campos de concentração, com o objetivo de drenar humanos e promover o nascimentos de bebés com um tipo de sangue muito específico.

No que diz respeito a Quinlan e Fet, a sua missão passa por encontrar uma ogiva nuclear, para detonar e destruir o Mestre. Por último, vamos acompanhar o quotidiano de Goodweather, que tenta lidar com a morte da esposa e com as acções de Zack, que originaram a destruição de Nova Iorque.

Confesso que gostei particularmente desta temporada, que combinou acção e narrativa, deixando pouco espaço para perdas de tempo. Não vou entrar em pormenores quanto ao desfecho da série, mas fiquei satisfeito com o resultado, apesar de ser algo diferente dos livros.

Existem alguns pontos que me causaram alguma estranheza, sendo o principal a desvalorização completa do Lúmen, que acaba por ser secundário no desfecho da narrativa.

Dito isto, esta foi sem dúvida uma das melhores temporadas de The Strain, que teve a virtude de reconhecer quando terminar. Há a nítida preocupação de humanizar as personagens e consequentes motivações, existindo igualmente a inevitável comparação com o regime nazi.

Pelo caminho, serão necessários vários sacrifícios para atingir os objetivos definidos e erradicar o Mundo desta praga. E essa é a grande premissa desta temporada, que recomendo sem hesitação.

Future World (Trailer)

James Franco realiza e integra o elenco de Future World, um projeto que parece ter muito potencial. O trailer mostra-nos um mundo desolado, num cenrio ps-apocalptico, que por momentos me faz recordar Mad Max.

No entanto, a premissa distinta e narra as aventuras de um jovem prncipe, que necessita de se expor a este mundo violento e implacvel, na tentativa de encontrar uma cura para a sua moribunda me.

Esto confirmados nomes como Jeffrey Wahlberg, Snoop Dogg, Method Man, Milla Jovovich e Lucy Liu, sendo que Future World estreia no dia 25 de Maio. Como sabem, sou um f de filmes de srie B e este trailer aguou a minha curiosidade.

Qual a vossa opinio acerca do trailer e do gnero? algo que vos suscita interesse?

 

Canva

Há alguns meses recebi um convite para testar a plataforma Canva, que é uma ferramenta online que permite a criação de design gráfico. Tendo em conta as actuais opções de mercado, parece-me claro que este software tem muito potencial, dado que contempla opções para todo o tipo de utilizadores, independentemente do seu skillset.

O projecto iniciou-se há cerca de cinco anos e tem atualmente 11.4 milhões de utilizadores, espalhados por 179 países, o que demonstra a versatilidade da ferramenta. Se procuram algo que vos permita divulgar ou mesmo criar a vossa própria marca, sugiro que acedam à plataforma e testem as várias componentes, que variam entre os tradicionais cartões de visita, passando por flyers, newsletters ou mesmo cabeçalhos para as vossas redes sociais de eleição.

Numa era em que o design gráfico e web design são fundamentais para o marketing e promoção de marcas, a Canva oferece uma opção gratuita e que pode enquadrar-se na perfeição para algumas empresas ou startup que apresentam fundos limitados.

Para terminar, agradeço a disponibilidade da Thaylise Nakamoto, da Canva, que muito gentilmente me forneceu alguma informação necessária para a elaboração deste artigo.