Finalmente, está na altura da batalha com Blondie. Será que consigo levar a melhor?
Arquivo anual: 2019
Bumblebee
Quando se falou em realizar uma prequela dos Transformers, realizada por Michael Bay e Spielberg, com foco na geração 1 dos anos 80, fiquei francamente entusiasmado. À medida que iam saindo mais pormenores, o sentimento foi aumentando, porque Bumblebee é uma personagem icônica mas não conseguia deixar de pensar nos terríveis filmes com que fomos presenteados (com exceção do primeiro).
Todos os meus receios caíram por terra ontem, dado que é provavelmente o melhor filme dos Transformers, assente numa premissa simples de criar empatia com a situação de Bumblebee, que se vê abandonado no Planeta Terra em 1987. Há uma introdução inicial em Cybertron, que consegue ser superior a todas as acenas de ação dos filmes anteriores, conseguindo captar a nostalgia e a escala da batalha entre Decepticons e Autobots.
A banda sonora é completamente anos 80, o que é brilhante e vai apelar sobretudo ás gerações que cresceram com a Geração 1 dos Transformers. Charlie Watson é a personagem humana que vai criar uma ligação especial com o nosso herói, recebendo-o literalmente com prenda no seu décimo oitavo aniversário. Existem cenas verdadeiramente cómicas, com recurso à família Watson, um pouco à semelhança do original mas estamos perante uma narrativa fluida e que tem um desenvolvimento de personagens muito interessante.
Correm rumores que Agent Burns, interpretado por John Cena, será o ponto de partida para um spinoff no universo GI Joe, algo que consideraria interessante. O mesmo não pode ser dito da interpretação de Cena, que é pouco memorável.
No que diz respeito a efeitos especiais, o filme está bem conseguido e consegue apresentar algumas personagens novas no universo dos Transformers, como é o caso de Shatter (Angela Bassett) , que é a vilã do filme. No que diz respeito aos clássicos da G1, temos aparições de Blitzwing, Ravage, Soundwave, Shockwave. Optimus Prime e Cliffjumper, para citar alguns dos mais icónicos.
Bumblebee é uma agradável surpresa, que me conseguiu levar numa viagem repleta de nostalgia e que merece a vossa atenção.
Game of Thrones T.3
Após uma batalha épica em Blackwater, Stannis Baratheon é forçado a retirar as suas tropas, graças à extraordinária estratégia de Tyrion Lannister, que fica gravemente ferido.
Jaime Lannister continua a sua viagem com Brienne of Tarth, que mantém a intenção de cumprir a promessa que realizou a Lady Catelyn Stark. Esta temporada apresenta um número impressionante de histórias paralelas, que definem alterações profundas na distribuição de forças no mapa de Westeros.
No Norte, os Stark estão a perder a guerra, apesar de terem vencido todas as batalhas. Ao quebrar a promessa de casamento com a filha de Lord Walder Frey, as forças de Robb ficaram substancialmente mais fracas, o que impede avanços significativos. Bran e Rickon Stark continuam a sua viagem para a Wall, enquanto Sansa se vê novamente numa situação complicada, em que passa a depender dos Tyrells e de Petyr Baelish.
Em Dragonstone, Ser Davos é feito prisioneiro, após tentar assassinar Melisandre e para além da Wall, Jon Snow conhece Mance Ryder, o líder dos rebeldes, que conseguiu unir dezenas de tribos e raças distintas. Finalmente, em Astapor, Daenerys consegue finalmente o seu exército, os Unsullied, eunucos treinados especificamente para a arte da guerra.
Como sempre, vou evitar os spoilers mas diria que esta temporada fica marcada pelos últimos dois episódios, especificamente com o Red Wedding, em que tudo irá mudar, criando uma série de eventos que terá impacto profundos em várias das personagens.