Harley Quinn T.5

Os argumentistas optaram por introduzir uma premissa diferente, colocando o nosso duo de “heroínas” em Metropolis. Após os eventos da temporada anterior, Gotham está ainda mais sombria, levando a uma mudança para uma cidade moderna, com uma taxa de criminalidade baixa e em que o novo sistema de segurança, designado por Lena Luthor, tornou o Super-Homem obsoleto.

Harley convence Kal-El a tirar uma licença sabática, dando início a uma série de eventos que despontará o caos completo. Sem revelar pormenores, saliento o regresso de personagens icónicas tais como King Shark, Bane, Clayface, Lex Luthor e Sharon Quinzel.

O arco do vilão está muito bem conseguido, elevando esta temporada a um patamar elevado. O humor permanece uma constante, embora tenhamos alguns momentos sérios, que correspondem ao desaparecimento de personagens relevantes.

No global, esta continua a ser uma das minhas adaptações preferidas da DC e fico curioso para saber se teremos uma sexta temporada. Apesar de ser considerado como um projecto “Elseworlds”, será necessário que James Gunn autorize a continuação desta série.

Nintendo Switch 2

No Natal de 2021, recebi a Switch original, que tem sido uma consola fantástica no que diz respeito a portabilidade, garantindo sessões curtas de 30 minutos, no conforto dos meus lençóis. No entanto, o seu hardware começava a ter dificuldade em acompanhar alguns dos títulos mais recentes, o que me fez considerar adquirir o modelo seguinte.

A última consola (Xbox One S) que adquiri terá sido por volta de 2018 e continua ainda hoje a ser utilizada para sessões que envolvam títulos como Diablo 4, Red Dead Redemption 2, The Witcher 3 ou GTA V. A portabilidade é fundamental para mim, pelo que excluí a Asus ROG Alli e soluções semelhantes, que estão muito além do orçamento que defini.

Por obra do acaso, encontrei uma excelente promoção e adquiri a Switch 2 com oferta de um jogo. A grande vantagem reside no facto de ter uma biblioteca extensa da consola original, que é compatível com este novo modelo, permitindo, em muitos casos, uma experiência superior em termos de resolução e desempenho gráfico.

Estou neste momento no meu terceiro mês de utilização da consola e estou bastante satisfeito. O hardware é obviamente superior, garantindo uma performance em 4K em modo docked. Mas caso prefiram apenas o modo portátil, o display é de boa qualidade, garantindo 1080p e permitindo uma experiência muito superior à Switch original.

Dito isto, parece-me importante destacar que esta escolha é a mais adequada para o meu perfil de utilização. Reforço que já possuo uma biblioteca extensa e prioritizo a portabilidade, dado que me permite realizar curtas sessões diariamente. Paralelamente, a oferta da Sony e Microsoft é muito acima dos valores que estou disposto a investir, pelo que apostei na continuidade e na solução que se enquadra no meu orçamento.

Gostaria de obter o vosso feedback acerca deste tema e, caso tenham questões, podem utilizar a caixa de comentários abaixo indicada.

Justice League: Crisis on Infinite Earths – Part Three

A aventura épica do Tomorrowverse chega finalmente ao fim, com um desfecho previsível, para quem conhece a banda desenhada em que se inspira.

Os poderes de influência do Psycho Pirate vão levar a uma acção inesperada de Kara, que tem um impacto gigantesco na batalha com o Anti-Monitor. Os planetas sobreviventes são transportados para The Bleed, uma zona do espaço tempo que existe fora da realidade como a conhecemos.

A narrativa avança oito meses, para uma missão de salvamento que acaba por resgatar Wonder Woman, que sobreviveu à destruição da Terra-46. Ficamos igualmente a saber que o Anti Monitor não consegue localizar os planetas sobreviventes, que estão à mercê de desastres naturais e escassez de recursos.

John Constantine tem finalmente o seu momento para brilhar, ao recuperar a sua memória. É nesta fase que temos uma explicação da maior parte dos eventos, confirmando que Apokolips é um ponto fixo no tempo, servindo de âncora temporal.

Uma vez mais, vou evitar os spoilers narrativos, mas teremos (novamente) uma traição, que colocará os nossos heróis numa situação impossível, em que sacrifícios serão necessários. Inevitavelmente a narrativa caminha para uma conclusão, em que os heróis terão de aceitar o seu destino, com a criação de um universo singular, em que apenas existirá uma versão.

O grande momento deste filme é uma das cenas finais, em que temos a versão de Batman de Kevin Conroy a fazer a sua grande despedida, numa cena emocional com The Joker. A imortalidade de Diana de Themyscira tem igualmente um papel fundamental no desfecho, servindo de pano de fundo para a derradeira cena de Crisis on Infinite Earths.

Recomendo vivamente estes filmes e os restantes que compõem o Tomorrowverse. São um excelente compromisso entre a história original dos comics e uma visão moderna, dando origem a um projecto fascinante e que foi muito bem conduzido.

Bom
75%