Ash vs Evil Dead T.2

A segunda temporada tem início em Jacksonville, onde Pablo, Kelly e Ash vão desfrutando do acordo realizado com Ruby. Mas, uma vez mais, o Necronomicon encontra forma de reentrar na vida de Ash, dando início ao regresso à cidade onde o nasceu.

Digamos que há uma tentativa de regressar ás origens, que acaba por correr terrivelmente mal, originando (mais) uma matança de proporções épicas. O vilão principal desta temporada é Baal, que vai tentar escravizar a Humanidade e subjugar a vontade de todos os humanos.

Volto a frisar que esta série é uma carta de amor aos fãs de Evil Dead, mantendo o mesmo tom e humor mórbido, que chega a tornar-se inapropriado. A temporada termina com uma viagem no tempo, para tentar evitar a morte de um elemento da equipa, deixando em aberto um cenário interessante para os episódios futuros.

Segundo consta, a terceira temporada estreará no Outono deste ano e confesso que estou entusiasmado!

Resident Evil: Final Chapter

A saga Resident Evil tem um lugar especial no meu coração, sobretudo pela recordações de adolescência que tenho dos jogos. No que diz respeito aos filmes, confesso que são um guilty pleasure, desde o original em 2002. Como tal, era imperativo ver o derradeiro capítulo da história de Alice, que procura a todo o custo derrotar a Umbrella Corporation e salvar a Humanidade.

A narrativa começa em Washington, após uma emboscada de Albert Wesker, que elimina a derradeira resistência humana, com excepção da nossa heroína. Quando tudo parece estar prestes a terminar, a Red Queen faz a sua aparição, informando Alice da existência de um antivirus capaz de salvar o (pouco) que resta do Mundo. Para tal, será necessário regressar à origem, mais concretamente a Racoon City, num prazo máximo de 48 horas.

É com esta premissa que se desenvolve Final Chapter, que conta com o regresso de Claire Redfield e Dr Isaacs, numa luta desenfreada contra o tempo. Temos as habituais cenas de acção over the top, zombies, traições e algumas explicações que tentam dar uma sensação de conclusão à franchise.

Torna-se difícil recomendar este capítulo final a quem não é fã da saga, apesar de ter uma estrutura suficientemente forte para ser visto por alguém que desconheça por completo os cinco filmes anteriores. O enredo faz pouco sentido e a narrativa é extremamente previsível, mas uma vez mais, consegue ser interessante graças à performance de Milla Jovovich. Relativamente a receitas de bilheteira, os resultados são modestos, mas a franchise deve atingir o bilião de dólares (total combinado dos 6 filmes).

Na minha opinião, é um dos capítulos mais fracos, mas fica a sensação de dever cumprido. Não vou colocar spoilers acerca do final, mas gostaria de ouvir a vossa opinião acerca de Resident Evil. São fãs? Gostaram da conclusão da saga? O que mudariam?

Ash vs Evil Dead T.1

Trinta anos após os eventos de Evil Dead, o Mundo volta a estar em perigo, cabendo a Ash Williams a difícil missão de voltar a salvar tudo e todos. Desta vez, o nosso herói vai ter a companhia de dois elementos fundamentais: Pablo e Kelly, que o irão auxiliar na sua missão de destruir o Necronomicon, o Livro dos Mortos.

Ash vs Evil Dead é um fan service extraordinário, repleto de humor e cenas gore características da trilogia original. O objetivo está longe de ser uma narrativa fluida e com desenvolvimento de personagens, pelo que é direccionada especificamente a um público alvo. Para complementar, temos a presença de Ruby (Lucy Lawless), uma figura que está envolta em mistério, dado que não são claras as suas intenções.

Contem com muita acção, mortes, possessões demoníacas e cenas hilariantes, o que representa a essência do universo de Evil Dead. A primeira temporada tem dez episódios, de cerca de 25 minutos, estando confirmada a sua renovação. Como sempre, vou evitar os spoilers, mas recomendo sem hesitação este regresso do enorme Bruce Campbell.