Killjoys T.3

As duas temporadas anteriores trouxeram-nos a este ponto, em que a chegada dos Hullen é eminente. Pelo meio, existiram vários sacrifícios e a equipa separa-se, dado que Johnny parte em busca de Clara, em seguimento de uma mensagem de SOS.

Com a morte de Klyne, a fonte de Verde secou mas existem muitas mais espalhadas pelo Quad, sendo imperioso que Johnny consiga mapear a origem, algo que parece complexo, face à sua missão paralela.

D´Avin e Dutch começam a recrutar novos membros para a equipa, sob a supervisão de Turin. Vão ser descobertos campos de treinos dos Hullen, assim como naves abandonadas, que poderão ajudar na luta contra este poderoso inimigo, que está cada vez mais próximo. Vamos igualmente passar a contar com a participação de Aneela, que lidera as forças Hullen e aparenta ter uma estranha ligação com Dutch.

A terceira temporada é fantástica, apesar de começar a um ritmo lento mas vai recuperando à medida que vamos desvendando certos pormenores da narrativa. Existe uma participação mais activa de Pree, Turin e Fancy, criando-se alianças inesperadas, para lutar contra um inimigo comum.

Existem algumas surpresas e revelações curiosas, que irão lançar a quarta e quinta temporadas (já confirmadas). Gostei imenso dos últimos episódios, que não desiludem e criam uma premissa muito interessante para o futuro. Killjoys está realmente a ser uma enorme surpresa e só posso recomendar que a acompanhem.

Killjoys T.2

A segunda temporada está dividida em três actos, que consistem em resgatar D´Avin, descobrir o planos dos Level Six e salvar Old Town de um misterioso cerco, composto por uma barreira de energia.

Vamos descobrir um plano maquiavélico da Companhia, alguns dos planos de Klyne e forjar alianças importantes para a Guerra que se aproxima. Como sempre, temos muita acção, humor e desenvolvimento de personagens. Lentamente, os nossos “anti-heróis” começam a mudar de atitude, liderando a Resistência contra o regime implementado.

Finalmente, teremos resposta em relação ao Red 17 e ás suas ligações a Arkyn e aos monges. Paralelamente, Johnny e Pawter iniciam uma missão em Westerley, tentando recrutar algumas das Casas dos 9 para a batalha contra os Hullen.

Existe um claro avanço na narrativa, que enquadra as motivações de todas as facções envolvidas no conflito. Tudo o que é positivo foi mantido e o que foi acrescentado dá um toque de qualidade extra a Killjoys, que já se converteu na minha série de ficção científica preferida do momento.

Como sempre, temos um desfecho inesperado no final de cada temporada, desta vez com o sacrifício de um elemento relevante em toda a narrativa…

Killjoys T.1

Sou um grande entusiasta de ficção científica, pelo que não fiquei indiferente a mais uma série do Syfy. O enredo tem como base um ponto distante da galáxia, de nome Quad, em que existe um regime feudal, que fomenta a segregação social. Essencialmente temos sete planetas, onde habitam as classes sociais economicamente mais fortes e os planetas habitados pelos descendentes das gerações menos favorecidas, que se dedicam a minar e terraplanar zonas inóspitas e repletas de radiação.

Pelo meio, temos Westerley, onde se encontra a nossa equipa de heróis. Killjoys não são mais do que bounty-hunters, que trabalham para a Companhia, uma empresa independente que tem vários níveis de mandatos, mantendo a ordem no quadrante. Dutch é a líder da equipa e apresenta um passado obscuro, tendo sido treinada na arte de matar por Khlyen, uma personagem que se revelará fundamental para esta primeira temporada.

Os restantes membros da equipa são os irmãos Jaqobis: John é um perito em componentes electrónicos e D’Avin um ex-militar que tem memórias bloqueadas. Parte da premissa desta temporada inicial é precisamente a busca pela doutora responsável pelo bloqueio dessas memórias, assim como a batalha entre Dutch e o seu mentor. Temos igualmente algumas conspirações políticas e uma iminente guerra entre duas facções, o que forçará os nosso heróis a tomar partido.

A primeira temporada, que tem dez episódios, termina com um enorme cliffhanger, que vou evitar divulgar. Recomendo seriamente que acompanhem Killjoys, pelo seu enredo e pelas personagens. Não está ao nível de Firefly mas tenho a certeza que será uma agradável surpresa.