Hero Mask T.1

O Netflix tem sido o meu repositório mais frequente em termos de conteúdo anime. Recentemente, tive oportunidade de ver a primeira temporada de Hero Mask e resolvi partilhar a minha experiência convosco.

A narrativa decorre numa versão alternativa de Londres, em que vamos acompanhar James Blood, um agente da divisão SSC (Special Service of Crime), que investiga casos de crime organizado extremo. A série é escrita e realizada por Hiroyasu Aoki e retira inspiração clara da personagem de James Bond, assim como dos clichés dos heróis de ação dos anos 90.

Tudo começa com o assassinato de Monica Campbell, que coincide com a sua investigação à LIVE Corporation. Posteriormente, a esquadra das forças policiais é atacada por um inimigo de James Blood, que deveria estar morto mas que ostenta uma estranha máscara, que lhe fornece resistência às balas e uma força sobrenatural.

Esta premissa vai lançar uma investigação acerca desta máscara, que se revela uma peça de tecnologia altamente evoluída e que tem ligações evidentes com a LIVE. Blood une esforços a Sarah Sinclair, a protegida de Monica Campbell, que jura levar os responsáveis à justiça.

A série está bem conseguida, resultado de uma história envolvente e que se foca bastante no desenvolvimento de personagens. O ritmo nem sempre é o ideal, mas Hero Mask brilha na forma como consegue envolver-nos na busca da verdade. Não sendo brilhante, diria que foi positivo o suficiente para me convencer a investir na segunda temporada, que estreia a 23 de Agosto de 2019.

Xbox 360

E eis que em 9 de Março consegui eliminar mais um item da minha lista. Aproveitando uma excelente oportunidade, consegui adquirir uma Xbox nova por menos de três dígitos.

O processo de instalação/update está terminado e estou disponível para adicionar amigos no XBox Live. O meu gamertag é hmcardoso e fico à espera dos vossos convites.

Gears of War e Halo, aqui vou eu!  😉

Live Free or Die Hard

Sou grande fã de Bruce Willis e como tal não podia deixar de ir ver o mítico Die Hard. Confesso que o primeiro, vulgarmente conhecido como Assalto ao Arranha Céus é excelente e qualquer um dos seus predecessores será sempre inferior, mas a personagem de John McClane é tónico suficiente para justificar a ida ao cinema.

O que pode dizer é que são 97 minutos frenéticos, repletos de acção, com efeitos especiais e coreografias verdadeiramente geniais. Não esperem grande conteúdo em termos de narrativa ou mesmo uma sequência lógica. Os elementos cómicos continuam presentes, com o choque tecnológico entre McClane e os hackers informáticos.

Este filme representa o regresso aos blockbusters de acção e mostra-nos que ainda é possível ter esperança num futuro melhor, pelo menos enquanto Bruce Willis estiver presente para dar cabo do canastro dos maus da fita.