Kotobukiya Storm 1/6

A linha Fine Art da Kotobukiya continua a ser uma das minhas preferidas, sobretudo no que diz respeito à linha Danger Room Sessions, da clássica série de animação dos X-Men. Há largos meses que contemplava adicionar a Storm à coleção, mas a minha prioridade consiste na busca por uma Psylocke ou Gambit, algo que parece cada vez mais improvável, face ao valor absolutamente proibitivo.

Após a venda de duas estátuas, tomei a decisão de avançar com esta aquisição, através da Hyper-Toys e estou francamente satisfeito. Para além de complementar as restantes peças da Detolf (Wolverine e Rogue), valorizo imenso a pose dinâmica, com alguns elementos do Sentinela na base e uma semelhança evidente com a personagem criada por Len Wein e Dave Cockrum.

A estátua mede aproximadamente 36 cm de altura e pesa cerca de 3kg. No que diz respeito a anatomia, a Kotobukiya fez um excelente trabalho, com linhas bem definidas e que representam quase na perfeição a personagem de Ororo Munroe. Gosto igualmente da opção de utilizar uma face secundária, com o mohawk característico de X-Men #173, da autoria de Chris Claremont.

Como habitualmente, partilho uma galeria de fotos e convido-vos a acompanhar os próximos artigos, dado que vou receber brevemente algo que pensava ser inalcançável para a minha coleção.

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Monsters and Love

Um asteróide encontra-se na direção do planeta, forçando a Humanidade a utilizar armas nucleares como forma de defesa. No entanto, a escolha revela-se trágica, dado que os fragmentos criam uma raça de animais mutantes, que passam a ocupar o topo da cadeia alimentar. Esta é a premissa para Monsters and Love, que combina humor, ação e uma história de amor.

A narrativa arranca sete anos após os eventos acima descritos, num bunker onde alguns dos derradeiros resistentes tentam sobreviver aos perigos deste novo ecossistema. O nosso “herói” tem pouca aptidão para o combate, por motivos que iremos descobrindo no decorrer do filme. Após perder a comunicação rádio com outra colónia, em que se encontra a sua antiga namorada, Joel decide ir para a superfície e percorrer a distância necessária para alcançar Aimee.

A maior parte do filme aborda precisamente esta aventura, em que vamos assistindo à evolução de Joel, que se torna num sobrevivente, com a ajuda de Boy, Clyde Dutton e Minnow. Existem cenas francamente cómicas, em que a abordagem do nosso herói acaba por criar cenários inesperados, que combinam bem com os momentos mais sérios em que temos de ligar com a desilusão e dúvida que afectam Joel.

Vou evitar, como sempre, entram em grandes pormenores, mas Monsters and Love é um filme positivo, que permite 109 minutos de diversão. É provável que venha a existir uma sequela, dado que o final é deliberadamente ambíguo, embora à data ainda não exista confirmação oficial.

Caso sejam subscritores de Netflix, este é um filme que sugiro para o final de uma tarde de fim de semana.

Mediano
65%

Into the Badlands T.2

A narrativa é retomada seis meses após os eventos da temporada inicial. Sunny faz trabalhos forçados numa mina de carvão, propriedade de The Engineer, embora tenha planos para uma fuga. No entanto, é traído por Bajie, que se vai tornar uma peça fundamental da história, resultados das suas inesperadas ligações ao grupo de monges que raptou MK.

Nas Badlands, a luta pelo poder está ao rubro, com várias fações a pretenderem controlar os territórios de Ryder. O seu pai, Quinn, sobreviveu e planeia de forma meticulosa a sua vingança, sustentada numa espécie de culto, em que os seus membros se convertem em fundamentalistas, preparados para o derradeiro sacrifício em prol da vitória.

Ao longo dos primeiros episódios desta temporada, acompanhamos a viagem de Bajie, MK e Sunny, que tentam desesperadamente regressar ás Badlands. As batalhas são uma constante, com destaque para Silver Moon, uma lenda dos Clippers, que trabalha como caçador de recompensas, nos Outlying Territories.

Apesar do dom de MK permanecer inerte, Bajie está convicto que podem alcançar a cidade perdida de Azra, com a ajuda da bússola e do livro, que se encontra na posse da Viúva. Vou deliberadamente omitir muitos dos pormenores, mas posso adiantar que Lydia é reintroduzida na narrativa e Tilda terá um papel importante nos eventos que mudam radicalmente a distribuição de poder nas Badlands,

O derradeiro episódio proporciona-nos finalmente a batalha entre Sunny e Quinn, que tem um desfecho trágico, embora previsível. Para lançar o arco narrativo da terceira temporada, Bajie reativa a bússola, após ter localizado uma torre de comunicações.

Into the Badlands continua a cativar-me, embora considere que esta temporada é inferior à original. No entanto, estou muito curioso com o rumo narrativo da próxima temporada, mais especificamente a cidade perdida de Azra.