Gostei de ouvir… e de ver!

Aproveito para quebrar o hiato, para deixar umas palavras para a fantástica entrevista concedida pelo Bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto. O primeiro canal da RTP fez jus à sua premissa de utilidade pública e entre vários temas, opinou-se acerca das práticas de corrupção de figuras do estado, o julgamento Casa PIA e a fuga ao fisco. Pelo meio, alguns palavrões, mas fiquei impressionado com a capacidade de crítica e honestidade apresentada nesta entrevista. Não sei até que ponto terá repercussões positivas para a população em geral, mas é de salutar a vontade e determinação em mudar o rumo actual. Esperemos que tenha sucesso nesta demanda!

Numa nota paralela, sugiro a consulta ao blog do FERVE, que abordam a problemática dos recibos verdes. Felizmente, nunca fui obrigado a ter de trabalhar dessa forma, com excepção dos trabalhos de webdesign, mas existem milhares de pessoas com situações precárias. É importante quebrar o status quo actual, mas já se sabe que nós tugas somos demasiado “relaxados”.
E pronto, aqui fica a minha contribuição para este mês. Agora vou aproveitar as folgas, até breve! 😀

Rebranding Optimus

Pela primeira vez, vou puxar a brasa à minha sardinha aqui no blog. Estive no Pavilhão Atlântico no relançamento da marca Optimus.

Foi um espectáculo engraçado (pena não haver comida) e cheio de côr, como podem ver no vídeo. E até apareço na apresentação, é verdade.

Apetece-me dizer: “ó mãe estou no YouTube”... 😈

I am Legend

A manipulaçao genética de um vírus faz com que seja criada uma praga que aniquila grande parte da Humanidade. Na cidade de NY, Robert Neville (Will Smith) tenta a todo o custo sobreviver e salvar os humanos infectados. Como companhia, tem a sua fiel cadela e em conjunto vão viver aventuras de cortar a respiração. Esta é basicamente a premissa com que iniciamos I am Legend.

Foi com enorme curiosidade que me desloquei à sala de cinema. Trata-se de um filme diferente, em que Will Smith contracena sozinho durante cerca de 3/4 da duração. Existem obviamente falhas em termos de enredo, mas a parte mais forte é claramente a interpretação, que embora distante de um Óscar, é francamente positiva.

É fascinante ver a cidade de Nova Iorque vazia e acima de tudo assistir à progressiva perda da razão de Robert Neville. Pelo meio, algumas cenas cómicas e mutantes em CGI. Em termos de efeitos especiais, penso que deveriam ter ido mais longe, mas no seu todo classificaria I am Legend de “interessante”.

Na minha modesta opinião, tinha potencial para muito mais: o final é demasiado rápido e sem sal, a narrativa poderia ser mais cativante e acima de tudo faltou emoção nas cenas de acção. O que acrescente-se num thriller/drama/blockbuster nunca é bom apanágio…