A manipulaçao genética de um vírus faz com que seja criada uma praga que aniquila grande parte da Humanidade. Na cidade de NY, Robert Neville (Will Smith) tenta a todo o custo sobreviver e salvar os humanos infectados. Como companhia, tem a sua fiel cadela e em conjunto vão viver aventuras de cortar a respiração. Esta é basicamente a premissa com que iniciamos I am Legend.
Foi com enorme curiosidade que me desloquei à sala de cinema. Trata-se de um filme diferente, em que Will Smith contracena sozinho durante cerca de 3/4 da duração. Existem obviamente falhas em termos de enredo, mas a parte mais forte é claramente a interpretação, que embora distante de um Óscar, é francamente positiva.
É fascinante ver a cidade de Nova Iorque vazia e acima de tudo assistir à progressiva perda da razão de Robert Neville. Pelo meio, algumas cenas cómicas e mutantes em CGI. Em termos de efeitos especiais, penso que deveriam ter ido mais longe, mas no seu todo classificaria I am Legend de “interessante”.
Na minha modesta opinião, tinha potencial para muito mais: o final é demasiado rápido e sem sal, a narrativa poderia ser mais cativante e acima de tudo faltou emoção nas cenas de acção. O que acrescente-se num thriller/drama/blockbuster nunca é bom apanágio…
Hugo Cardoso
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