Skyscraper

Este filme começa com um breve enquadramento da personagem de Will Sawyer, um antigo agente do FBI, especialista em infiltração e operações especiais, que se vê numa situação de reféns que corre da pior forma possível.

A narrativa avança alguns anos e mostra-nos um homem de família, que recuperou do incidente e que se dedica a fazer auditoria/assessoria de segurança para arranha-céus. O maior desafio da sua carreira ocorre na China, local onde se encontra a ser construído o maior edifício do Mundo, pelo magnata Zhao, que pretende torná-lo no mais mediático e seguro da História.

No topo desta obra de engenharia, foi criada uma estrutura, de nome Pearl, que alberga tecnologia de ponta e que se vai relevar fundamental na narrativa criada em redor de Skyscraper. Sem colocar spoilers, posso adiantar que Sawyer vai ser envolvido numa trama, que envolve crime organizado e que vai deixar a sua família presa num edifício em chamas.

Diria que há uma inspiração clara no clássico Towering Inferno, com uma pitada de Die Hard nalgumas ideias. Está longe de ser uma produção memorável mas consegue entreter-nos, apesar de ter uma narrativa algo previsível.

Dwayne Johnson volta a ser muito competente e foi interessante rever Neve Campbell, num filme que tem uma cena épica, com um salto monstruoso para o edifício, algo que devem ter constatado no trailer. Sugiro expectativas moderadas caso estejam interessados em ver Skyscraper.

Comic Con 2018

As duas últimas edições da Comic Con não contaram com a minha presença, dado que tinha dificuldade em justificar o investimento financeiro face ao retorno associado. No entanto, a mudança para o Passeio Marítimo de Algés fez-me regressar ao evento, motivo pelo qual resolvi partilhar a minha experiência, com este artigo.

Aproveitei o facto de estar de férias para estar presente na sexta-feira, dia 7, evitando o frenesim do fim de semana, o que permitiu ver com maior detalhe tudo o que recinto oferece. A primeira grande diferença face à Exponor é o facto de ser numa zona aberta, embora se mantenham os pavilhões e tendas dedicadas ás mais diversas temáticas.

Existem inúmeras lojas onde podem adquirir prints, beads, figuras, estátuas, livros e tudo o que possam imaginar dentro da temática da cultura pop. Temos igualmente exposições, das quais destaco a Nostalgica e os BattleBots, onde podemos assistir a lutas entre robots, o que para mim, é sempre apelativo.

Existem várias zonas lounge que permitem um descanso para as pernas, assim como a possibilidade de refrescar ou saciar a sede. Se preferem experiências relacionadas com cinema e séries, podem assistir ao piloto de algumas novidades da AMC e da Fox, assim como gastar muito dinheiro em estátuas (a HyperToys é uma perdição).

Pessoalmente, optei por estar presente em dois dos três painéis do dia, mais concretamente o de Nicholas Holt e Dan Fogler, que proporcionaram momentos hilariantes e captaram a minha atenção.´

No geral, considero a experiência positiva, apesar de existirem claros pontos de melhoria. A zona de restauração é limitada e apresenta preços proibitivos e o espaço escolhido pode tornar-se uma verdadeira sauna, em dias de mais calor. No que diz respeito ao cartaz, apesar de ter alguns nomes sonantes, continua a ficar aquém das minhas expectativas.

Vou aguardar para confirmar os números oficiais mas diria que a adesão em termos de público foi menor do que as edições no Porto. Em suma, se estão na zona de Lisboa, sugiro a visita embora me pareça que ainda existe um longo caminho a percorrer para atingir o patamar de qualidade das primeiras edições.

Para terminar, deixo-vos alguns momentos do evento e convido-vos a partilhar a vossa opinião.

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