O regresso de Samurai Jack

O próximo dia 11 de Março marca o regresso de Samurai Jack, uma série de animação que marcou uma era na Cartoon Network. As primeiras quatro temporadas, são compostas por cinquenta e dois episódios, narrando as aventuras de um príncipe do Japão Feudal.

Para vos enquadrar, Jack recebe uma katana mágica por parte do seu Pai, iniciando uma viagem pelo Mundo, na tentativa de se preparar para o regresso do demónio Aku. A profecia vai cumprir-se, levando a um primeiro embate com o demónio, que acaba por escapar através de um portal, dando início à premissa principal da narrativa de  Samurai Jack.

Estou francamente entusiasmados com o regresso desta série. Treze anos é um período de espera elevado, mas Genndy Tartakovsky vai novamente assumir o leme, pelo que estou convicto que será uma conclusão épica. Para terminar, apenas a nota que podem acompanhar a série no Adult Swim (que faz parte da CN, emitindo no horário entre as 20:00 e as 6:00 da manhã).

Forbidden Island

Forbidden Island requer cooperação entre os vários jogadores, de forma a poderem atingir o objetivo proposto. Essencialmente estamos presos numa ilha, que se está a afundar a um ritmo frenético.

É fundamental encontrar uma estratégia que permita retardar a subida da água, assim como recolher o tesouro e items necessários para levar de vencida os restantes jogadores. Mas atenção que será necessário realizar alguns sacrifícios para atingir esse objetivo.

FI permite 2-5 jogadores, com vários níveis de dificuldade e oferece longevidade, diversão e um tabuleiro/cartas de elevada qualidade para um set que custa cerca de 20 euros. Estamos perante um produto que recomendo sem hesitação. E à semelhança do que tenho vindo a partilhar, uma aventura demora em média 30 minutos, o que é perfeito para receber amigos e familiares.

Se preferirem ter a experiência via tablet, recomendo o download do jogo (disponível para iOS). Caso gostem de FI, recomendo igualmente o mais recente título, com o original nome de Forbidden Desert.

Gantz: 0

Uma vez mais, trago-vos um filme, realizado por Yasushi Kawamura, baseado numa manga de sucesso. A escolha recaiu na obra de Hiroya Oku, que envolve uma estranha esfera negra, apelidada de Gantz, que promove um jogo cujo objetivo é sobreviver. O que ainda não sabem, é que os jogadores são recrutados aquando da sua morte e que os seus adversários são demónios e estranhas criaturas oriundas de outros planetas ou dimensões. Para complicar ainda mais este cenário, estas batalhas ocorrem em cidades repletas de habitantes, em que a violência atinge proporções massivas.

Nos noventa minutos de filme, vamos acompanhar a batalha de Osaka e a luta pela sobrevivência de Masaru Kato, que tenta desesperadamente garantir a vitória, de forma a poder ressuscitar. A narrativa é envolvente, criando os alicerces necessários para nos preocuparmos com as personagens. Vamos sendo progressivamente informados das condições deste jogo, que é cruel mas permite ressuscitar quem atingir os 100 pontos, algo que ocorre quando derrotam o BOSS final.

Os equipamentos disponíveis variam consoante a pontuação alcançada em jogos anteriores, o que representa uma desvantagem para o nosso “herói”, que apenas tem uma arma de partículas. Todas as lesões que ocorrerem são curadas, desde que o jogador esteja vivo no momento em que o objetivo final é alcançado. E é com esta premissa que somos lançados nas ruas de Osaka, com batalhas intensas, repletas de sangue e mortes constantes. A animação está muito bem conseguida e no global, consideramos Gantz: O uma experiência interessante e que recomendamos.

Para terminar, apenas destacar a soberba banda sonora, que se ajusta de forma perfeita ao filme, assim como a qualidade da animação, que apresenta um realismo e atenção ao pormenor verdadeiramente digna de registo. Se são fãs da manga ou apenas do anime, gostaria imenso de ouvir a vossa opinião acerca do filme, que tem recolhido críticas muito positivas.