Loup Garous

Family Pack é o título inglês para este projecto de François Uzan, que é inspirado no jogo de cartas The Werewolves of Millers Hollow. Estamos perante uma comédia, que retira inspiração de clássicos como Jumanji mas tem um foco na reaproximação da família Vassier.

Tudo tem início numa viagem ao campo, para visitar Gilbert Vassier, o patriarca da família, que está lentamente a perder a memória. O seu filho, Jérôme, decide experimentar um jogo da sua infância, algo que vai mudar radicalmente a vida de todos os participantes, que são catapultados para a França do final dos século XV.

Cada um dos participantes obtém um poder especial, que deverá ser utilizado para identificar os quatro lobisomens e consequentemente, ganhar o jogo, que representa a única forma de regressar ao período temporal correcto. Escusado será dizer que a tarefa será extremamente complicada, sobretudo graças ao comportamento desviante de toda a família. Existem momentos hilariantes, com interações com os locais, mas igualmente com a obtenção dos seu poderes.

Destaque para a participação do grande Jean Reno, Bruno Gouery e Franck Dubosc, no papel de Gilbert, Jérôme e Piero. Se procuram um filme que garante entretenimento e umas gargalhadas, esta é uma escolha sólida, para uma tarde de inverno. Em território nacional, podem aceder a este título através da Netflix.

Mediano
66%

Custom Final Space

Olan Rogers criou, na minha opinião, uma das mais épicas franquias da última década. Lamentavelmente, a série foi cancelada após três temporadas, embora possam adquirir o livro que vai fechar o arco narrativo. Dito isto, com a minha decisão de iniciar um hiato no que diz respeito ao colecionismo, esta era a altura perfeita para encomendar uma peça não licenciada.

A decisão recaiu num diorama, em que temos Gary Goodspeed, Mooncake e KVN. O processo demorou cerca de um mês e o resultado final foi bastante do meu agrado. Relembro que estamos a falar de uma peça não licenciada, com cerca de 38 cm, composta por filamento específico e que resulta num material bastante mais leve do que a resina. Esta é a derradeira adição à coleção, complementando o meu canto dedicado a manga e títulos independentes.

Como habitualmente, termino este artigo com uma galeria de fotos, em que podem comprovar alguns dos pormenores.

This slideshow requires JavaScript.

Bad Batch T.3

A terceira e derradeira temporada fecha o arco narrativo associado à Clone Force 99. A introdução da equipa ocorreu em Clone Wars e representou alguns dos episódios mais icónicos, o que aguçou o meu apetite para este spin off..

No entanto, apesar de uma primeira temporada muito forte, a qualidade foi diminuindo progressivamente, com acontecimentos que pouco contribuirampara o avanço da narrativa. Adicionalmente, o final parece-me algo apressado, com um ritmo que não se coaduna com os restantes episódios. É igualmente revelada a importância de Omega e alguns detalhes do Projeto Necromancer, que ficam muito abaixo das minhas expectativas.

No global, esta é a temporada mais fraca, embora termine com a destruição de Hemlock e do seu programa Clone X, em que reprogramava clones para serem assassinos. Existem alguns momentos que destaco, nesta temporada, tais como a participação de Fennec Shand e Asajj Ventress (sem spoilers), assim como o reaparecimento do Zillo Beast, que criam a ligação necessária ao universo Star Wars.

Existe um fecho de ciclo para a equipa, embora não seja claro o caminho que Crosshair e Wrecker tomaram. O mesmo não se aplica a Hunter, que concluiu o treino de Omega, que decide juntar-se à rebelião. Correm inclusivamente rumores que a sua personagem poderá ser introduzida em formato live action, num outro projeto Star Wars.

Em suma, diria que Bad Batch é uma recomendação para os fãs de Clone Wars. No entanto, é uma história isolada, que pode ser seguida, sem o conhecimento prévio dos eventos que ocorrem nas prequelas e na série de animação. Mas sem ser brilhante, parece-me justo salientar o fan service e as várias referências que ocorrem ao longo destes 47 episódios.

Como habitualmente, desafio os leitores a partilhar a sua opinião e, quem sabe, iniciar um debate interessante acerca de uma das minhas franquias de eleição.