Lost T.3

Antes de começar um aviso: este post vai conter spoilers. Após uma breve pesquisa na internet, fiquei ao ciente de que a série terminará em 2010 e que terá 7 temporadas. Resumindo e concluindo, ainda nem chegámos a metade!

E neste momento confesso que estou algo confuso. Para não variar, os argumentistas optam por nos “atirar” teorias concretas para os olhos. É ponto assente que o motivo que leva à queda do avião são os impulsos electromagnéticos que emanam da “escoltilha”. Sendo assim, confirma-se que Locke tinha razão contudo outras questões se levantam.

A primeira é a sobrevivência de Desmond e a sua nova “habilidade” e a segunda o facto de finalmente se descobrir que existe uma segunda ilha. Não deixa de ser uma explicação plausível, contudo novas teorias vão ganhando forma e o horizonte alargou-se consideravelmente…

Sensivelmente a meio da temporada, somos confrontados com a possibilidade de todos os sobreviventes se encontrarem num limbo ou num Purgatório, o que acrescente-se, era a hipótese defendida com maior credibilidade pela maioria dos espectadores da série. Mais uma vez, somos “baralhados” com uma explicação alternativa e a terceira temporada termina com um episódio que se desenrola no futuro, numa fase em que Jack já abandonou da Ilha. Se estamos a ver um futuro possível ou a realidade, apenas na sétima temporada o saberemos.

Mas fiquei com a nítida sensação de que este episódio foi muito importante. Regressando ao início da terceira temporada, diria que a emoção vai crescendo, dado que os primeiros 10 episódios são basicamente o retrato da vida de Jack, Sawyer e Kate, enquanto reféns dos Outros. Serão eles de facto os maus? Duas das personagens vão morrer e por entre todas as revelações, parece-me importante destacar que Jack e Claire são meio-irmãos.

Somos novamente bombardeados por histórias dispersas, com argumentos válidos, o que nos deixa neste momento a salivar por 2008 e mais episódios desta verdadeira série de culto. Eu tenho a minha teoria, embora tenha várias peças por preencher. E voçês?

Arte Urbana…

Estava eu a ler este artigo do Nuno Markl, que diga-se está muito bom como habitualmente, e tenho de concordar com a questão dos graffitis. Não porque os interprete como vandalismo mas sim porque em Portugal é muito raro ver aquilo que se classifica como arte urbana. E que fique bem claro, sou apoiante de arte urbana mas abomino os graffitis deste país.

Quem não tem perto de casa ou de locais que frequentam? É sempre deprimente chegar à conclusão que existem tantos indivíduos que se dão ao trabalho de escrever abominações apenas para seu belo prazer. Apoio firmemente a decisão da Câmara em promover a irradiação deste fenómeno, embora tenha as minhas dúvidas.

A solução passa por dar “asas” aos artistas (como por exemplo foi feito no half-pipe da Expo). Para terminar este post, deixo-vos um exemplo de arte urbana. Isto sim vale a pena, embora fossem necessárias várias latas de spray para esta obra… 😆

Fantastic Four 2

Estava com o Zodiac ou Ocean´s 13 debaixo de olho mas acabei por ir ver mais um filme baseado em personagens da Marvel. O motivo foi que os meus acompanhantes já tinham visto os dois títulos que citei anteriormente.

Assim sendo, embarquei na viagem sabendo que não ía ver nada que me fosse cativar particularmente e o resultado final foi.. precisamente esse!

Destaque óbvio para os efeitos especiais, assim como para a participação de Lawrence Fishburne (voz do Silver Surfer) e claro a Jessica Alba.

Fantastic Four 2 mantém a linha do original, com o regresso de Victor Von Doom e com a apresentação do Surfista Prateado. Nesse ponto o argumento está interessante, porque se mantem fiel à obra de Stan Lee. Caso tenham necessidade de saber mais acerca desta personagem recomendo o link em questão.

Para além do que mencionei não me ocorre nada de relevante, pelo que recomendo este filme a fãs da BD e pouco mais.