A minha palm

Está prestes a fazer 1 mês que adquiri a minha palm. Foi comprada numa grande superfície de Lisboa e foi uma pechincha (adoro esta palavra). A minha ideia inicial era comprar um telemóvel/ PDA estando no topo da minha preferência o Qtek 2020. Mas a verdade é que considero o preço destes brinquedos uma verdadeira afronta ao consumidor. Claro que tem utilidade e funcionalidades interessantes mas 900 euros é um absurdo.

Como tal optei pela solução low budget: por menos de 70 euros adquiri a palm da Zire e confesso que não estou arrependido. Tem as funções standard : calendário, organizer, agenda, jogos, bloco de notas, etc e permite a ligação por USB ou infravermelhos a outros dispositivos. Tenho-o usado essencialmente para notas e apontamentos.

Quanto a performance estamos perante um software simples mas prático: não há lentidão de acesso e a transferência de dados é rápida. O touch screen é receptivo aos nossos comandos e existe algum software freeware disponível. Contudo não pensem que são só vantagens: o visor não é retro-iluminado e a memória não é expansível (tem 2 megas). Mas penso que é uma boa solução para quem pretende um aparelho funcional e eficiente. Afinal de contas no poupar está o ganho!

O meu fórum

Quem navega regularmente pela Internet está familiarizado com o fenómeno dos fóruns. Para aqueles que ainda não descobriram fica o convite para efectuarem uma pesquisa no Google.

Há diversos temas à escolha e duas vertentes: tópicos generalistas ou específicos. Todos eles têm um ponto em comum: a troca de ideias. São extremamente viciantes e estão por todo o lado. Recomendo vivamente o Forumcafé e o Sessão da meia noite.

Esta pequena introdução serve para apresentar este novo espaço que criei e que no fundo funcionará como um mini-fórum pessoal. o objectivo é atingir os 15 utilizadores e escrever mais alguns capítulos de Alheira com pêssego, a novela dos cibernautas. Conto, como sempre com a vossa ajuda. Apareçam.

O Exorcista

Há muitos anos atrás o Exorcista fez as maravilhas dos amantes de filmes de terror. Tornou-se num clássico e ainda hoje dá arrepios a muito boa gente. Aproveitando a onda de remakes e sequelas que tem assolado Hollywood chega ao grande écran a prequela.

O Padre Merrin é um homem sem fé que se tornou arqueólogo. Aquando da sua estadia no Cairo é interpelado por uma misteriosa personagem que lhe fala de uma igreja que terá sido descoberta numa escavação de uma região remota do Quénia. Tudo parecia normal não fosse a igreja ter sido construída cerca de 2000 anos antes do Cristianismo ter chegado ao continente africano.

Merrin aceita o desafio e durante a aventura irá ser posto à prova assim como a sua fé. Talvez o grande handicap deste filme seja o facto de ser o seguimento de um clássico mas a verdade é que fiquei desiludido. Esperava muito mais e melhor! Até existem alguns momentos de terror bem conseguidos contudo ficamos com a sensação de vazio. Reforço que é difícil não fazer comparações e nesse aspecto a personagem interpretada por Linda Blair é única

Off topic: antes da exibição do filme houve lugar foi apresentado da primeira curta-metragem portuguesa de terror, “I’ll See You In My Dreams”, distinguida com o Meliés de Ouro, o mais importante galardão mundial neste género. Conta com a interpretação entre outros de Rui Unas, Sofia Aparício e Manuel Vieira. Não vou tecer comentários à curta-metragem pois não quero ser acusado de anti-patriotismo…