Ralph Breaks the Internet

Seis anos após os eventos da primeira aventura, os nossos heróis têm um novo desafio: viajar até à internet, encontrar e adquirir um volante no Ebay, de forma a reparar o jogo Sugar Rush.

Mas nem tudo vai ser fácil para o duo dinâmico de Ralph e Vanellope von Schweetz, sobretudo após uma passagem pelo MMORPG Slaughter Race, em que vão conhecer Shank, que acabará por ter um papel importante a desempenhar ao longo desta aventura.

De forma a adquirir os fundos necessários para ganhar o leilão, o nosso herói vê-se forçado a criar vídeos virais na internet, com a ajuda de Yesss, criando momentos verdadeiramente hilariantes. Lentamente vamos tomando conhecimento que Vanellope não tem intenção de regressar ao seu jogo, anseando por algo mais desafiante e que fuja à monotonia do seu quotidiano diário.

Ralph por outro lado, quer regressar o mais rapidamente possível ao seu habitat natural, para beber uma cerveja no salão de Tapper (um dos meus jogos preferidos de infância). Existem sequências verdadeiramente épicas, em que temos a inclusão das princesas da Disney, assim como os inevitáveis clichés e perigos da internet, tais como o spam, malware e os diversos tipos de pop up ads.

O terceiro acto do filme apresenta-nos uma escolha para Ralph, que implica abdicar das suas necessidades pessoais em prol da felicidade de Vanellope, com uma batalha final repleta de simbolismo, bem ao estilo da Disney.

Estamos perante uma sequela muito bem conseguida, que complementa o primeiro filme e que volta a contar com excelente casting, com destaque para a adição de Alan Tudyk, Gal Gadot e Alfred Molina.

Bom
75%

Os Filmes de 2019

Este ano ficou marcado por uma redução significativa nas minhas idas ao cinema. Em contrapartida, aumentou e muito, o investimento de horas no Netflix, nomeadamente em séries e documentários. Mas posso assegurar-vos que 2019 será muito interessante em termos cinematográficos, motivo pelo qual vou manter a tradição e partilhar os projetos que considero relevantes e dignos de destaque.

O mês de Janeiro traz-nos Glass, de M. Night Shyamalan, que reúne Bruce Willis, Samuel L Jackson e James McAvoy para o final da trilogia que se iniciou com Unbreakable e Split.

Fevereiro será muito calmo mas dia 8 de Março temos Captain Marvel, que conta com Brie Larson, Samuel L Jackson, Lee Pace e Jude Law, entre muitos outros.

Em Abril, mais concretamente dia 5, temos a estreia de Shazam!, um projeto acerca do qual tenho muita curiosidade mas que me deixa relutante. Alguns dias mais tarde, chega ao cinema o reboot de Hellboy, que conta com David Harbour, Milla Jovovich e Ian McShane, podendo ser uma grandes surpresas de 2019.

Maio traz-nos o final de uma era, com Avengers: Endgame, que vai dar-nos o desfecho da batalha com Thanos e que possivelmente será mais um sucesso de bilheteira. Duas semanas mais tarde, temos a estreia do terceiro capítulo da saga John Wick, que recomendo vivamente. Finalmente, no dia 31, temos a sequela de Godzilla, apelidado de King of Monsters e que conta com Vera Farmiga, Millie Bobby Brown e Ken Watanabe.

Com o aproximar do Verão, temos finalmente a estreia de Dark Phoenix, que apresenta Sophie Turner, James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence nos principais papéis, num filme que pode ser excelente.

Em Julho, chega ao cinema o remake em CGI do clássico Lion King, realizado por Jon Favreau e que apresenta um elenco simplesmente soberbo (Donald Glover, Beyoncé Knowles, Seth Rogen, Chiwetel Ejiofor, James Earl Jones, etc). Para o final do mês, temos igualmente a estreia do novo projecto de Quentin Tarantino, Once Upon a Time in Hollywood, que nos traz Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Margot Robbie, Al Pacino, Dakota Fanning e James Marsden, entre muitos outros.

O mês de Agosto começa com Hobbs and Shaw, um spinoff do universo Fast and the Furious, que garante testosterona a dobrar, com Dwayne Johnson e Jason Statham como estrelas principais.

No último trimestre do ano, destaque para a sequela de Zombieland, que chega em Outubro, assim como para o filme de Todd Philips, Joker, que conta com Joaquin Phoenix, Zazie Beetz e Robert De Niro, prometendo ser algo muito superior aos mais recentes projectos da DC.

Para terminar o ano de 2019 em grande, temos o episódio IX de Star Wars, que trará o fim da terceira trilogia. Confesso que estou particularmente curioso para descobrir qual o rumo que JJ Abrams vai seguir, após as escolhas disruptivas de Rian Johnson em The Last Jedi.

Como é hábito, partilho os meus dark horse para 2019. Este ano, as escolhas recaem em Gemini Man, realizado por Ang Lee, que estreia a 4 de Outubro. Will Smith e Clive Owen são os nomes mais sonantes duma narrativa que tem como premissa um agente secreto que se torna invisível após um acidente nuclear.

A minha segunda escolha é Ad Astra, um filme de baixo orçamento, que conta com Brad Pitt, Tommy Lee Jones e Donald Sutherland. O enredo consiste na viagem pelo sistema solar de um homem em busca do seu Pai, que se tornou num cientista renegado.

Por último, vou arriscar no projeto de Aaron e Adam Nee, que nos vão trazer dia 18 Dezembro, He-Man, o herói de Grayskull. Pouco ainda se sabe acerca do elenco e não existe trailer, mas tenho esperança que possa ser algo interessante.

Top 5 – 2018

O ano de 2018 acabou por ser, na minha opinião, menos positivo do que antecipava em termos cinematográficos. A realidade é que uma quota parte dos títulos acabaram por revelar-se uma desilusão total ou parcial, fruto de narrativas inconsistentes ou adaptações de qualidade duvidosa.

Assim sendo, a MCU tem um peso substancial nas escolhas finais, mas parece-me fulcral destacar a incrível surpresa que foi a A Quiet Place, sobretudo se considerarmos o seu orçamento, comparativamente a todos os restantes títulos presentes nesta lista.