Sherlock T.3

É com algum atraso que partilho a minha opinião acerca da terceira temporada desta fantástica série mas mais vale tarde do que nunca, como frisa o ditado popular.

A narrativa apresenta-nos um Dr. Watson amargurado com os eventos que ocorreram em Reichenbach e que o levaram a abandonar Baker Street. No entanto, Philip Anderson acredita que Sherlock está vivo, apresentando como argumento uma série de acontecimentos invulgares que ocorreram no Tibete, India e Alemanha e que parecem interligar-se. O mistério dá início a uma verdadeira aventura global, que termina com uma revelação surpreendente, que vou manter em segredo.

Esta temporada dá-nos igualmente a conhecer a personagem de Mary Morstan, a esposa de Watson, que irá ter um papel importante no desfecho da temporada. Uma vez mais, a narrativa é envolvente, repleta de imprevistos e com uma qualidade extraordinária. As interpretações são simplesmente soberbas e tenho a certeza que ficarão satisfeitos com os três episódios.

Para terminar, temos o ressurgimento de Moriarty, que promete dar nova vida à quarta temporada, que estará disponível no início de 2017.

Ash vs Evil Dead T.2

A segunda temporada tem início em Jacksonville, onde Pablo, Kelly e Ash vão desfrutando do acordo realizado com Ruby. Mas, uma vez mais, o Necronomicon encontra forma de reentrar na vida de Ash, dando início ao regresso à cidade onde o nasceu.

Digamos que há uma tentativa de regressar ás origens, que acaba por correr terrivelmente mal, originando (mais) uma matança de proporções épicas. O vilão principal desta temporada é Baal, que vai tentar escravizar a Humanidade e subjugar a vontade de todos os humanos.

Volto a frisar que esta série é uma carta de amor aos fãs de Evil Dead, mantendo o mesmo tom e humor mórbido, que chega a tornar-se inapropriado. A temporada termina com uma viagem no tempo, para tentar evitar a morte de um elemento da equipa, deixando em aberto um cenário interessante para os episódios futuros.

Segundo consta, a terceira temporada estreará no Outono deste ano e confesso que estou entusiasmado!

The Walking Dead T.4

A separação do grupo após o ataque do Governador cria uma série de narrativas paralelas, que ocupam quase na totalidade esta quarta temporada. Essencialmente vamos acompanhar as várias personagens e testemunhar as mudanças inerentes ao instinto de sobrevivência.

Sem dúvida que esta foi uma das minhas temporadas preferidas, dado que apresenta um ritmo diferente e consegue levar algumas situações ao extremo. A parte mais complicada em falar acerca desta série é evitar os spoilers, motivo pelo qual evito entrar em pormenores. Mas posso adiantar que vamos ter desenvolvimentos nas relações pessoais, assim como desafios inesperados, que podem parecer isolados, mas que se interligam no final da temporada.

Os grupos acabam por se reencontrar no final, com a chegada a Terminus, uma cidade que não é o que aparenta ser. Pessoalmente, adorei a narrativa que envolve Carol/Tyreese, que é extremamente forte e demonstra o que seria efectivamente viver num mundo subjugado pelos zombies.

Vão existir novas adições ao grupo e a qualidade da narrativa continua a ser um dos pontos em destaque. A ida para Washington passa a ser o novo objetivo do grupo? Haverá esperança em salvar o que ainda existe da Humanidade? Estas e muitas outras questões serão respondidas na temporada 5, que já comecei a ver no sítio do costume (Netflix).