Star Trek: Voyager

Depois de Star Trek Enterprise e The Next Generation, foi altura de (re)ver Star Trek Voyager. Honestamente, pouco ou nada me recordava, pelo que foi uma experiência muito interessante.

A série é composta por sete temporadas e conta as aventuras da nave de classe Intrepid, que vai realizar a sua primeira missão: capturar Chakotay, o líder dos rebeldes Maquis.

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Warehouse 13

Os agentes Bering e Lattimer fazem parte dos Serviços Secretos, com a importante missão de proteger o Presidente. Numa das suas missões, vão encontrar uma estranha personagem (Artie Nelson), dando início a uma parceria improvável.

Numa questão de dias, os agentes são alocados ao Warehouse 13, uma organização milenar que tem como objectivo a recolha de artefactos com propriedades únicas. A equipa é liderada por Arnie Nelson e conta igualmente com o “suporte técnico” de Claudia Donovan. O responsável pelo projecto é a misteriosa Mrs. Frederic, que faz o recrutamento dos novos elementos da equipa (sem spoilers).

A série faz ligação com Eureka, da qual já falei aqui no blog, contando com algumas participações especiais.  A primeira temporada desenvolve as personagens e apresenta os inimigos e desafios a superar. O enredo é baseado em mitologia, lendas e profecias, o que me faz em parte lembrar o conceito de Sanctuary.

A interacção entre a equipa de campo (Lattimer e Bering) é muito própria, atingindo um nível de amor/ódio. Está actualmente a decorrer a terceira temporada, com algumas alterações (novamente sem spoilers) mas recomendo claramente Warehouse 13.

Para além disso, em quase todos os episódios temos aparições especiais de actores de Firefly, BSG, Stargate Atlantis e Star Trek Voyager. É-P-I-C-O!

Eureka

Jack Carter é um US Marshall que por força do destino vai chegar à cidade de Eureka. O que o nosso herói desconhece é o facto da cidade albergar algumas das mais brilhantes mentes científicas da História.

O Governo Americano controla todos os projectos provenientes de Eureka, através da empresa GD. Para simular a “normalidade” de uma cidade, a segurança é realizada por um Xerife, que não tem mãos a medir para todos os “problemas”. Toda a série é direccionada para conceitos high-tech e de ficção científica, tais como viagens no tempo, inteligência artificial e FTL. Apesar de gostar imenso do humor de Carter e do triângulo amoroso que é criado, a série peca por fazer demasiadas alterações ao enredo.

Sem querer divulgar spoilers, as mudanças realizadas na segunda temporada não foram particularmente do meu agrado. No entanto, as personagens são excelentes, o que me faz manter o interesse pela série, mesmo numa quarta temporada.

Recomendo Eureka a todos os entusiastas de ficção científica, embora não a considere uma referência no género. Para terminar, destaco apenas a interligação com a série Warehouse 13 e algumas participações especiais fantásticas (Will Wheaton, Stan Lee e James Callis entre outros).

Foi confirmado esta semana que a quinta temporada (a estrear no final de 2011) será a última da série. Estou muito curioso, dado que os últimos episódios trouxeram uma nova vida ao enredo.