The Strain T.3

Esta temporada retoma as aventuras de Goodweather, Setrakian e Fet, que tentam encontrar forma de derrotar o Mestre, com a preciosa ajuda de Quinlan. O Occido Lumen continua a fazer parte integrante da narrativa, revelando-se a arma mais importante da Humanidade nesta batalha.

Vamos igualmente acompanhar a luta pela reconquista de New York, com o recurso a tácticas de guerrilha e missões quase suicidas. Honestamente, considero que esta temporada apresenta muita informação desnecessária, com o claro intuito de prolongar a narrativa e a batalha.

É notório que existem diferenças profundas relativamente aos livros, o que me faz sentido, caso acrescentem algo de positivo à série. No entanto, somos confrontados com os habituais flashbacks, assim como episódios que nada acrescentam ao resultado final, o que é negativo para a própria dinâmica de The Strain.

A segunda metade da terceira temporada melhora substancialmente, começando a revelar-se o verdadeiro plano para a extinção da Humanidade (sem spoilers). Gostei particularmente dos dois últimos episódios, que alteram drasticamente a direcção da série, o que pode ser fundamental para o sucesso da quarta e última temporada, que está confirmada para o final de 2017.

Dutch Velders e Gus Elizalde continuam a ser personagens cativantes e acredito que venham a ser importantes no desfecho final. No global, a temporada é mediana, com excepção dos últimos três episódios, que são francamente bons e deixam-me com expectativas renovadas para a derradeira batalha.

Andromeda T.2

A luta com os Magog encontra-se ao rubro e a tripulação tenta ultrapassar as mazelas psicológicas resultantes da batalha na WorldShip. Torna-se imperativo preparar a Galáxia para uma batalha cruel e sangrenta, que deverá ocorrer num período de três anos.

Esta é a premissa principal da segunda temporada, que continua a apresentar uma tripulação com segundas intenções, aliada a uma narrativa que nos apresenta os Caldarens e que coloca a equipa em diversas aventuras.

Grande parte dos episódios são ao bom estilo “monster of the week”, embora exista a preocupação de nos manter informados acerca da evolução da CommonWealth e do avanço dos Magog. Mas na minha opinião, a melhor parte é o aparecimento de uns estranhos guerreiros, que aparentam ser do futuro, que pretendem sabotar os planos do Capitão Hunt.

No global, gostei desta segunda temporada, que flui a um ritmo bastante consistente, com uma narrativa focada nos eventos relacionados com os Magog. Os últimos dois episódios abrem espaço para mudanças profundas, que me deixam entusiasmado para o que se segue.

Falling Skies T.1

Tom Mason é um combatente da Resistência Humana, que tenta a todo o custo garantir a sobrevivência do seu pelotão, assim como do contingente civil que o acompanha. Com o avançar dos episódios, compreendemos que o Mundo se encontra praticamente incapacitado e que os militares foram derrotados, restando apenas algumas células, espalhadas por vários Estados, que tentam sobreviver e encontrar forma de derrotar o inimigo.

Pouco sabemos acerca dos invasores, excepto que recolhem crianças, colocando-lhes um arnês, que injecta uma droga incapacitante e que lhes permite assumir o controlo. O ritmo da narrativa é adequada e temos um desenvolvimento de personagens interessante. Ficamos a conhecer o Capitão Weaver, o líder das tropas, assim como Pope, uma estranha personagem que acaba por ser fundamental na luta contra o inimigo.

Do lado dos extra-terrestres, pouco se sabe inicialmente (vou evitar os spoilers). Essencialmente temos os Mecs (robots) e os Skitters (infantaria) embora apareça uma terceira classe, que será importante para o futuro do enredo. Existem vários humanos que acabam por colaborar com o inimigo, o que acaba por consolidar a desconfiança e a constante luta pela sobrevivência.

A primeira temporada é cativante, embora esteja longe de ser brilhante. Gostei francamente da relação entre o Capitão Weaver e Tom Mason, dado que representam a perspectiva militar e a consciência civil. Igualmente interessante é o cliffhanger com que terminamos o último episódio, antevendo mudanças profundas para a segunda temporada.

Algum dos leitores do blog acompanha a série? Qual a vossa opinião?