Edge of Tomorrow

Tinha este filme no topo da minhas preferências para o ano que decorre, o que significa que não poderia falhar uma ida ao cinema para poder escrever este artigo. Edge of Tomorrow conta a história do Major Cage, um especialista em imprensa que acaba por lutar na frente da batalha, por motivos que me obrigariam a fazer o primeiro spoiler. Como tal, vou passar esta parte à frente e enquadrar-vos com a restante narrativa. Cage morre na praia, num desembarque muito ao estilo da Normândia, mas com um feel moderno. Ao morrer, o nosso herói a aniquila um Alfa, ser alienígena que possui a capacidade de voltar atrás no tempo, dando início à premissa que sustenta todo o filme.

A partir deste momento, Edge of Tomorrow arranca em grande estilo, com Cage a perceber que vai reviver este dia sempre que morrer, tendo a capacidade de antecipar os movimentos do inimigo e tornar-se uma mais valia no desfecho da Guerra, que os Humanos estão a perder frente aos Mimics (raça que invade a Terra para nos exterminar). Para tal, vai recrutar a ajuda de Rita Vrataski , uma heroína que o vai treinar e orientar na difícil missão de converter um civil num verdadeiro soldado. Os efeitos especiais são sólidos e as cenas de acção estão bem coreografadas, num misto de MECS (os fatos utilizados pelos humanos) vs Sentinelas do Matrix. A evolução das personagens é excelente, nomeadamente a transformação de Cage e a humanização de Vrataski, que começa por ser fria e impiedosa. 

O filme termina com pompa e circunstância, com uma batalha final épica mas com um desfecho que francamente não me agrada, tendo em conta a narrativa, que é sólida e com um bom fundamento em termos de ficção científica. Pode não ser o filme do ano mas é altamente recomendado para os fãs do género. Estamos perante 113 minutos repletos de acção e com um excelente equilíbrio entre momentos cómicos e de heroísmo.

Nota alta para a interpretação de Tom Cruise, de quem não sou fã, o que diz muito.

 

Planeta Dinossauro

Desde muito novo que sou um curioso pela História e sobretudo pelas antigas culturas, civilizações e criaturas que habitaram este planeta. Um dos meus temas preferidos é sem dúvida os Dinossauros e estava claramente em falha, dado que ainda não tinha ido ao Pavilhão Atlântico para ver a exposição. Este Sábado consegui finalmente fazê-lo e passei momentos agradáveis, apesar de no global considerar o bilhete algo caro.  Temos vários esqueletos, dentes, embriões, dinossauros mecanizados e um filme que explica o desaparecimento dos dinossauros. Opcionalmente, existe um filme em 5D (interessante) e podem sempre comprar uma souvenir no final da visita, embora considere os preços extremamente elevados.

Caso se interessem pelo tema, como eu, vale sempre a pena gastar os 9 euros (7 se forem mutualistas do Montepio). A exposição estará pelo Pavilhão de Portugal até ao próximo dia 15.

O Desafio – Mês 6

Em Março cometi o erro de afirmar que pouco iria mudar em termos da lista mas a realidade é bem distinta. Encontrei alguns bons negócios a nível da XBOX e aproveitei para adquirir alguns artigos interessantes. O mês de Abril ficou igualmente marcado pelo meu regresso à construção (LEGO e MegaBloks), algo que considero terapêutico e que me traz de volta à infância. Sem mais demora, eis a minha lista de compras:

Busto Optimus Prime (53 euros já com portes)

Figura Dutch Predador – especial 25 anos (26 euros já com portes)

XBOX 360 Arkham City (20 euros)

XBOX adaptador WIFI (20 euros)

XBOX 360 Arkham Origins (29.90 euros)

Lego Star Wars (30 euros)

Halo Warthog Resistance (35 euros)

XBOX F1 Race Stars (17 euros)

E com esta conversa toda faltam-me apenas 10 euros para atingir o orçamento. Conseguirei cumpri-lo?