2015 à lupa

Agora que estamos a recuperar das festividades, é a altura ideal para realizar um balanço ao ano de 2015. Começo pelo iMac, a máquina que vai gerir todo o conteúdo deste espaço e com o qual estou extremamente satisfeito. O meu velhinho MacBook de 2009 vai sofrer um downgrade de sistema operativo (Snow Leopard provavelmente) e continuará a ser utilizado essencialmente para gestão de redes sociais, email e para terminar algumas séries de jogos.

O desafio orçamental estará igualmente de volta, para a terceira edição e tudo farei para cumprir o valor estipulado. Contem igualmente com muito conteúdo relacionado com séries TV, documentários e cinema, dado que estou a planear subscrever a Netflix a partir do segundo semestre do ano. Um das minhas paixões é sem dúvida os jogos indie, assim como as consolas retro, algo que continuará a ter destaque neste espaço. E se tudo correr pelo melhor, espero ter uma novidade bombástica para o Verão.

2015 foi igualmente um ano marcado por algumas parcerias, que espero reforçar e inclusivé melhorar significativamente. O podcast mensal está fora de coagitação, pelo menos a médio prazo mas conto disponibilizar algumas opiniões acerca de temas de interesse pessoal. O feedback dos visitantes continua a ser muito importante e como tal, vou seguir a recomendação do Remus e comentar periodicamente a actualidade nacional ou mesmo experiências pessoais que sejam relevantes.

Vou continuar a divulgar projectos nacionais e a comparecer em convenções e exposições relacionadas com tecnologia, jogos, anime e cultura Pop. Da vossa parte, agradeço o habitual apoio e peço que contribuam com ideias e opiniões construtivas. Para terminar, apenas um pedido especial: continuem a fazer vlogs, a criar conteúdo para blogs e façamos de 2016 o ano da consolidação de vários projectos pessoais. Eu acredito em vocês! 🙂

Habemus iMac

Em Fevereiro de 2015, tomei a decisão de regressar a um desktop, mais concretamente ao iMac de 21.5 polegadas. Inicialmente a ideia seria adquirir a máquina no primeiro trimestre de 2016 mas consegui obter um desconto interessante e que me fez alterar os planos. Assim sendo, sou o feliz proprietário de um I5 QuadCore a 2.8 GHz há cerca de uma semana. Não vou entrar em grandes detalhes técnicos mas saliento que optei pelo Fusion Drive de 1TB e mantive o formato de 21.5 polegadas.

Tenho a certeza que a minha produtividade e a qualidade dos conteúdos vão sofrer um upgrade substancial, o que me deixa francamente entusiasmado para o futuro deste espaço. No que concerne a esse tópico, contem com um artigo futuro em que vou abordar a importância de 2015 para o desenvolvimento do Portal Pessoal, que teve inequivocamente um boom em termos de visitantes e parcerias.

Para terminar, quero apenas partilhar convosco algumas fotos do unboxing e recolher o habitual feedback.

Spectre

O primeiro artigo de 2016 diz precisamente respeito ao filme que visionei durante a passagem de ano, algo que começa a tornar-se numa tradição no Portal Pessoal. A escolha recaiu na mais recente aventura de James Bond, que vai enfrentar a perigosa Spectre, liderada por Blofeld.

Como sabem, sou um enorme fã do agente secreto mais famoso do mundo, embora ainda não esteja convencido com este look moderno que resolveram dar à saga. Spectre é no global um filme competente, embora em ponto algum me tenha enchido as medidas. Daniel Craig interpreta um 007 angustiado pela sede de vingança e em que terá de tomar algumas decisões complexas, que poderão afectar o seu futuro enquanto membro do MI-6.

O enredo envolve o lançamento de Nine Eyes, um projecto que visa englobar as nove principais agências de informação do Mundo numa única entidade, funcionando quase como um Big Brother Planetário. Esta medida vai tornar obsoleta a unidade 00, que é considerada antiquada e com resultados ineficazes face ás exigências do presente. Mas como em quase tudo, a realidade nem sempre é o que parece e a narrativa começa a tomar forma, utilizando de forma inteligente algumas peças do puzzle que foram apresentadas nos filmes anteriores.

Temos uma excelente cena inicial, seguida das habituais perseguições automóveis e com um antagonista à altura da dimensão do filme. Apesar de ter gostado imenso da aventura anterior, confesso que este foi o primeiro vilão que me conseguiu relembrar os filmes épicos dos anos 60 e 70, o que se revelou uma agradável surpresa. Considero igualmente interessante a presença de Monica Bellucci (Lucia Sciarra) e Dave Bautista (Mr. Hinx), que conseguem brilhar nalguns pontos da narrativa, sem esquecer alguns pormenores deliciosos, tais como o gato de Blofeld e o Aston Martin que imortalizou o agente mais célebre de Sua Majestade.

Q e M são igualmente uma presença a destacar, num filme que tem alguns momentos altos mas que no global é, na minha opinião, muito inferior a Skyfall.  Recomendo no entanto a todos os fã do agente 007, que regressará no futuro, sem Daniel Craig.