Falling Skies T.2

Tom Mason continua a ser um prisioneiro dos invasores, mas vai reaparecer misteriosamente, sendo baleado pelo seu próprio filho numa emboscada dos Skitters. Como é evidente, vai sobreviver, dando início à segunda temporada, que estará repleta de reviravoltas e decisões inesperadas.

O ritmo da primeira metade desta temporada não é do meu agrado, mas a realidade é que melhora substancialmente a partir do momento em que tomamos conhecimento de uma nova facção no conflito, que se tenta revoltar e libertar do controlo dos Overlords. Uma das minhas personagens preferidas é Pope, que volta a surgir na narrativa como um anti-herói, assim como o Captain Weaver, que é a voz da consciência de todo o grupo.

Temos as habituais batalhas mas sobretudo um excelente desenvolvimento de personagens, que vai coincidir com o ressurgimento de Maggie, que aparenta estar livre da influência do arnês (objeto que permite escravizar os humanos). A Segunda Massa alcança finalmente a cidade de Charleston, a nova capital dos EUA, onde vai encontrar uma resistência formada e liderada por um antigo professor de Tom (Arthur Manchester), que os vai acolher.

Escusado será dizer que vão existir tensões entre os residentes, sobretudo pela diferença de opinião em relação à melhor forma de derrotar o inimigo. Terminamos num cliffhanger, com a chegada de uma misteriosa nave, que promete trazer novidades para toda a Resistência.

Ai a minha Vida Ep.1

Uma das críticas construtivas que tenho recebido vai no sentido de disponibilizar mais conteúdo focado no meu quotidiano diário. Uma das formas que testei anteriormente foi o podcast,  mas devido a falta de tempo para cumprir um calendário de gravações, optei por seguir um caminho diferente.

Tomei a decisão de, periodicamente, narrar algumas das minhas aventuras, que podem (ou não) considerar relevantes, divertidas e quiçá profanas. Como sempre, com o vosso feedback para poder melhorar ou adaptar o formato. Finda esta introdução, parece-me importante salientar que o mês de Setembro foi intenso, com muita pressão a nível profissional, o que implicou dias com 12 horas de trabalho na maior parte das semanas. Mesmo assim, consegui realizar algumas tarefas adicionais, que partilho convosco.

Tudo começou com a aquisição de uma mesa de bar, algo que procurava há muito tempo. Acabei por conseguir um negócio interessante, naquela loja que tem o nome de um animal e a montagem foi bastante simples e eficiente. Neste momento, essa mesa serve para tomar o pequeno almoço (Estrelitas FTW), e quando não está a ser utilizada, serve de repositório para a minha Aurabox e para duas figuras do Dragon Ball.

Com o lançamento do novo catálogo do Ikea, pude finalmente adquirir dois candeeiros PS 2014, com desconto de 50%. A grande particularidade deste produto é o facto de parecer uma Estrela da Morte, pelo que não podia deixar escapar esta oportunidade. O processo de instalação parece simples mas a criação do estimado Sr. David Wahl foi esgotando a minha paciência, sendo necessário cortar parte do fio e instalar uma nova caixa de junção. Mas, com a preciosa ajuda do meu progenitor, o incomparável Sr. Alfredo Cardoso, conseguimos derrotar o oponente sueco e fixar o candeeiro no tecto do Quartel General.

Mais para o final do mês, foi lançado no Netflix a mais recente série do Universo Star Trek, o que me deixou entusiasmado mas hesitante, dado que os dois episódios não me permitiram ainda formar uma opinião concreta. Diria para já, que Discovery tem muito potencial mas necessita de algo que distancie a série de tantas outras que estão em exibição.

Por último, e para terminar Setembro numa nota elevada, tivémos o lançamento da SNES Mini, cuja opinião podem consultar neste artigo. Diria que foi um mês de desafios, a um ritmo alucinante mas que foi no global satisfatório. E quanto aos leitores, como foi o vosso mês? Algum ponto alto que mereça destaque?

Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales

O ano de 2017 traz-nos de volta o Capitão Jack Sparrow, para mais um aventura épica. Passaram cinco anos desde os eventos de On Stranger Tides e a vida não corre bem para o nosso pirata preferido, que se encontra sem navio e tripulação, após uma tentativa frustrada de assalto a um banco.

A narrativa tem três pontos fulcrais, em que acompanhamos Henry Turner, o filho de Will, que tenta libertar o seu Pai da maldição do The Flying Dutchman, Carina Smyth, uma mulher acusada de ser bruxa e o inevitável Jack Sparrow.

Na sua demanda pelo Tridente de Poseidon, que controla todas as maldições do Mar, Henry encontra o Capitão Salazar, que tem uma longa história com Jack, jurando vingança a partir do momento em que estiver livre da maldição do Devil´s Triangle. Para tal, e muito convenientemente, será necessário que o nosso Pirata preferido abdique da sua bússola de boa vontade, algo que irá ocorrer pelos motivos mais simples: rum!

O filme tem momentos cómicos fantásticos, relembrando por vezes as duas primeiras aventuras. O facto de ficarmos a conhecer parte das raízes de Jack e de como se tornou capitão, eleva a narrativa a um nível diferente, bem complementada com as aparições especiais de Paul McCartney, Will Turner e Elizabeth Swann.

Javier Bardem é o vilão Salazar, que sem deslumbrar consegue ser competente, num filme repleto de acção e que tenta dar um final a uma franchise em nítido declínio. Curiosamente, Dead Men Tell No Tales surpreendeu-me pela positiva, muito provavelmente pelo facto de ter entrado com baixas expectativas face aos últimos filmes. Mas fica a recomendação, sobretudo pelo enorme fan service que é realizado ao longo dos 129 minutos.