Guns Gore & Cannoli Ep.18

Chegamos finalmente à derradeira batalha com Rusty, livre de zombies. Espero que tenham gostado desta série, que confesso, foi extraordinariamente divertida!

É possível que venha igualmente a disponibilizar uma nova série, sobre a sequela de Guns Gore & Cannoli mas, no imediato, vou partilhar um clássico dos anos 80 no decorrer das próximas semanas.

Lisboa Games Week 2019

Pelo sexto ano consecutivo marquei presença na LGW, que continua a ter a FIL como palco central. O evento ocupa (uma vez mais) dois pavilhões e aglomera experiências de realidade virtual, palestras, workshops, torneios de eSports, divulgação de títulos indie e os inevitáveis blockbusters da Sony, Microsoft e Nintendo.

Na edição deste ano, houve poucas novidades no que diz respeito a expositores mas parece-me sempre importante destacar a presença da Nostalgica, que apresentou um stand diferente e com algumas componentes didácticas. Como vem sendo habitual, a faixa etária entre os 14-18 compareceu em força, ocupando a maior parte dos espaços dedicados a merchandising e lançamento de novos títulos.

Continua a ser fácil circular pelo recinto e assistir a torneios ou experimentar alguns jogos de tabuleiros, desde que evitem o fim de semana, que é claramente o pico da exposição. Na edição deste ano confesso que não encontrei muitos projetos do meu agrado, com excepção de A Horde Too Many, um título indie desenvolvido em Portugal e que aparenta ter enorme potencial.

Espalhado pelos dois pavilhões podem igualmente encontrar vários stands dedicados exclusivamente ao merchandising, com destaque para temas como Anime e Funko Pop, assim como alguns adereços de filmes da MCU e de outras franchises da cultura pop.

No global, a LGW é uma experiência interessante, embora tenha ficado com a clara sensação que a edição deste ano poderia ter apresentado mais diversidade. Talvez seja o facto de marcar presença em vários eventos semelhantes ao longo do ano mas, para mim, faltou o wow factor na edição de 2019.

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Revisions T.1

Confesso que tenho consumido muito anime, resultado do investimento que a Netflix tem realizado no género. Criado por Makoto Fukami e Taichi Hashimoto, com produção de Shirogumi, Revisions conta a história de Daisuke Dojima, um estudante que se prepara há anos para cumprir uma missão muito específica.

Tudo teve início há sete anos atrás, quando uma misteriosa rapariga, de nome Milo, salva Daisuke e os seus amigos, salientando que uma grande catástrofe iria ocorrer e que apenas ele conseguiria salvar a Humanidade.

A narrativa retoma o presente, com o ataque de umas estranhas criaturas, de nome Revisions, que tentam assassinar Daisuke e os seus amigos. É nessa altura que Milo volta a reaparecer, fornecendo a Daisuke o controlo de um mech, que lhe permite derrotar o inimigo.

É nessa altura que a cidade de Shibuya e os seus habitantes são transportados 300 anos para o futuro, cortesia dos Revisions. A partir dessa altura, Milo revela aos sobreviventes que é um membro da AHRV, uma organização governamental que monitoriza os eventos históricos e que viajam pelo tempo com o objetivo de evitar que os Revisions façam alterações na linha temporal.

A narrativa assenta na luta pela sobrevivência, com duas fações opostas na colónia humana de Shibuya, que defendem a negociação com os Revisions e a guerra total. Como é frequente nestes artigos de opinião, vou evitar spoilers mas confesso que achei muito interessante esta primeira temporada, que lança premissas interessantes, embora não tenha ainda sido renovada.

O 3DCG é o estilo artístico utilizado, que não é o mais apreciado pelos fãs de anime mas funciona bem nesta série, que tem um aspecto visual fantástico, aliado a uma narrativa que tem os seus momentos surpreendentes. Fica o convite para investirem tempo nesta série e partilhar a vossa opinião.