Lisbon Film Orchestra

O ano de 2024 iniciou com mais uma experiência musical fantástica, em que tive a oportunidade de rever a LFO. O sucesso do projecto justificou a aposta num recinto maior, que juntou 8200 espectadores para assistir a uma interpretação clássica de filmes e séries de culto.

O concerto durou 2 horas e 30 minutos e teve um início épico, com Star Wars, James Bond e Missão Impossível a fazerem a delícia do público mais “maduro”. Mas rapidamente evoluímos para séries recentes tais como Stranger Things, Wednesday ou Only Murders in the Building. A orquestra é liderada pelo Maestro Nuno Sá, que aposta numa interação constante com o público, misturando algum humor, o que é sem dúvida refrescante.

 

Para este espetáculo, foi adicionado um coro e vários convidados especiais, que interpretaram temas icónicos tais como Skyfall, The Greatest Showman, culminando num tributo ao cinema português e a António Variações. A relação qualidade/preço é simplesmente imbatível, pelo que fica a minha recomendação. Para concluir, partilho uma galeria de fotos e o teaser em formato de vídeo para este evento.

Para concluir, apenas salientar que a orquestra estará de volta à Altice Arena, em janeiro de 2025. Não percam!

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Sideshow Mythos Vader 1/5

A peça original da linha Mythos continua a ser uma referência, mas esta visão dos irmãos Kucharek eleva a personagem a um patamar superior. Darth Vader é o meu vilão preferido e como fã da saga original a decisão foi simples, apesar de ser o investimento mais elevado que realizei.

A pré-reserva foi realizada no sítio do costume e aguardei cerca de um ano pela sua chegada. A escala da linha Mythos é 1/5, o que confere uma presença imponente, que é complementada pela estátua da Ahsoka Tano, igualmente da Sideshow. O detalhe dos elementos mecânicos é brutal, retratando uma batalha épica, que é visível no dano que temos no seu corpo e igualmente na base, que representa o motor de um X-Wing dos Rebeldes.

A capa consegue ser o ponto mais alto em termos de design, algo que é recorrente nos projetos dos Kucharek. Por último, uma nota para as duas faces disponíveis, que representam Anakin Skywalker e Darth Vader, respetivamente. Como é apanágio, termino com um slideshow de fotos, em que partilho a experiência de unboxing e o detalhe que menciono nos parágrafos anteriores.

Estou muito satisfeito com esta aquisição, que representa a penúltima adição à minha coleção, que terá o seu ponto final no primeiro trimestre de 2024.

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Doctor Who: Christmas Special 2023

O sexagésimo aniversário desta franquia foi assinalado com pompa e circunstância, trazendo de volta o mítico David Tennant e Catherine Tate. Este especial é composto por três episódios, que culminam com a entrada em cena do décimo-quinto Doutor, Ncuti Gatwa.

O primeiro episódio, intitulado “The Star Beast”, apresenta-nos uma criatura de nome Meep, que aparenta estar a ser perseguido por duas facções militares. O Doutor regressa a Londres, onde reencontra Donna, que continua sem qualquer memória das suas aventuras passadas. Escusado será dizer que uma sequência de eventos vai colocar este duo no centro da ação, culminando numa decisão inesperada do nosso herói, de forma a evitar que a nave espacial destrua a cidade.

O Doutor continua a ter uma crise existencial, incapaz de perceber o motivo pelo qual reverteu a sua aparência para a décima versão da sua existência. A narrativa culmina com um impasse, que catapulta o Doutor e Donna para uma zona desconhecida do espaço. O segundo episódio, Wild Blue Yonder,  decorre a bordo de uma nave especial, que aparenta estar abandonada. A TARDIS desaparece misteriosamente e o duo vê-se na necessidade de explorar a nave, que é habitada por duas estranhas criaturas, que conseguem mudar de forma e aparência.

Uma vez mais, sem colocar spoilers, será feita uma ponte para o derradeiro episódio, The Giggle, que reintroduz O Toymaker na narrativa, numa clara homenagem aos quatro episódios de 1966. Patrick Neil Harris tem uma interpretação notável. colocando à prova o Doutor, que inadvertidamente regenera para sua décima quinta versão. De forma original e interessante, a vitória é alcançada e temos uma conclusão inesperada para Donna e o Décimo Doutor, que poderá um dia ser aproveitado em termos narrativos.

No global, este especial de Natal é interessante, embora esteja longe de ser memorável. Diria que o regresso de Tate e Tennant são os momentos mais marcantes e  que o primeiro episódio me parece ser o mais forte. Dito isto, pouco se viu do novo Doutor, pelo que será complexo partilhar uma opinião do que poderemos ter após a era de Jodie Whittaker.