Lisboa Games Week 2017

Pelo quarto ano consecutivo estive presente na LGW, que uma vez mais teve a FIL como palco. Estamos perante um evento que tem crescido exponencialmente, com presenças recorrentes da Nintendo, Sony e Microsoft, mas que tem conseguido equilibrar as restantes componentes.

Na edição deste ano voltamos a contar com os habituais espaços de retro-Gaming, simuladores, arcade e pinball, aliados ás tecnologias mais recentes em termos de hardware para PC e a incontornável realidade virtual.

Podem igualmente assistir aos habituais torneios de FIFA, CS e League of Legends e participar na competição de Cosplay. Pelo meio, existem vários espaços onde podem degustar iguarias típicas de um gamer, assim como ingerir bebidas energéticas, enquanto realizam compras nas várias lojas que estão representadas pelos dois pavilhões.

Se precisam de algo mais animado, recomendo a zona dos drones, onde podem assistir a alguns truques ou, em alternativa, a RoboParty, onde temos batalhas entre robots, ao bom estilo de BattleBots.

Por último, temos a presença de várias caras conhecidas do YouTube nacional, que conseguem angariar verdadeiras multidões para um autógrafo. Pessoalmente, gostei do evento deste ano, que conseguiu juntar diversidade, animação e manter um ritmo adequado para tornar a visita numa experiência agradável e que possa ser aproveitada por todos.

O público alvo é extremamente jovem mas existiu uma presença importante de outras faixas etárias, associado a projectos indie e zonas retro, que este ano tinham a limitação de cinco minutos de jogo. Convido-vos a partilhar a experiência, caso tenham estado presentes e resta-me recomendar o evento, que terá nova edição em 2018.

Para terminar, a habitual galeria de fotos com alguns dos pontos de interesse.

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Lisboa Games Week 2016

A Lisboa Games Week tornou-se num evento obrigatório para mim e este ano não fugiu à regra. A exposição conta com quatro dias nesta edição e continua a crescer de forma sustentada. O facto mais interessante é que todos os anos tenho aumentado o contingente de amigos que me acompanham ao evento, o que comprova a qualidade do mesmo.

Quem tem estado presente nos anos anteriores, vai reconhecer grande parte das bancas, mas continuam sempre a existir novidades. Este ano, destaco o ringue de wrestling, da Escola de Al Snow, em que podemos assistir a algumas demonstrações, o que é sem dúvida diferente. Continua a existir uma presença massiva da Ps4 e Xbox e uma redução significativa da Nintendo, o que considero estranho.

A zona retro continua a ser a minha preferida, com máquinas de Pinball, Arcades, Vectrex, Spectrum, TurboGrafx 16 e muito mais. De salientar, que pelo segundo ano consecutivo, saí vitorioso de uma corrida épica na máquina do Daytona USA. E por favor, senhores visitantes, preservem as máquinas que se encontram em exibição!

Estabeleci igualmente alguns contactos, o que é sempre importante, sendo possível em 2017 a aquisição de um PiCade. Como podem constatar pelas fotos, é de facto divertido e convido-vos a passar pela FIL, para poderem reviver alguns momentos da vossa infância ou simplesmente ficar a conhecer as novidades indie e os lançamentos de jogos AAA dos grandes estúdios.

Para terminar, apenas dois pontos importantes: consegui finalmente adquirir o Kingdom Hearts para a PS2 e deixei o meu nome no TOP do highscore de Chuckie Egg (pelo menos até desligarem o Spectrum). Até para o ano, LGW.

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Lisboa Games Week 2015

A segunda edição da LGW decorreu entre 5 e 8 Novembro, na FIL, junto ao Meo Arena. Sou um visitante assíduo do evento, desde os primórdios, com a XL Party e como tal, a minha presença era um dado adquirido. Antes de iniciar, saliento que este artigo serve apenas para partilhar a minha opinião acerca do espaço, produtos em exibição e claro, a relação qualidade/preço.

Em 2014 fiquei francamente satisfeito com o evento, especialmente com a quantidade de títulos novos que tinham demos disponíveis e o espaço retro, que esteve a cargo da Chipping. Na edição deste ano, apesar de termos stand para COD Black Ops 3, Uncharted 4, Mad Max e muitos outros, senti que se perdeu algo em termos de interação. Curiosamente, estive presente na sexta-feira, que contou com um número assinalável de jovens, aliado a um ritmo de cruzeiro invulgar em exposições deste tipo.

De realçar a excelência do espaço retro, que continua a encantar, chamando a atenção de várias faixas etárias. Tive igualmente a oportunidade de testar o Spectrum Vega (espero ainda vir a ter uma unidade para review) e reviver parte da minha infância, assim como viciar-me em jogos clássicos da TurboGrafx 16, PS1, Amstrad e muitos outros que fizeram as delícias de miúdos e graúdos. O meu canto preferido estava reservado para as máquinas de pinball e claro, as arcades, que foram alvo de uma batalha épica de Daytona entre mim e um amigo.

Houve igualmente uma zona específica para drones, jogos indie (dos quais destaco o épico Super Arrebenta Manos) e merchandising, com algumas lojas que são das minhas preferidas a nível nacional. Um dos pontos que sofreu um upgrade assinalável foi sem dúvida a restauração, que apresentava maior escolha, embora com preços arrojados, o que infelizmente é prática comum neste tipo de eventos. Pude testar, sem dificuldade todos os jogos que me chamaram a atenção e consegui realizar algumas pausas, no sentido de obter alguns contactos e debater preços relacionados com alguns artigos em exposição.

No global, considero que a LGW tem vindo a crescer exponencialmente, embora tenha gostado mais do evento de 2014. Existe, no entanto, muito para agradar a todos aqueles que são fãs de gaming e a nível de produtos existem ofertas atractivas que podem aproveitar. O preço do bilhete é ajustado (10 euros) e face ás ofertas que recebemos, está mais do que pago. Se não compareceram, recomendo que o façam em 2016 e aproveitem para beber um café comigo.

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