Hitman’s Wife’s Bodyguard

Michael Bryce está de regresso para mais uma aventura épica, repleta de humor e com a participação de Darius Kincaid e a sua esposa, Sonia. O primeiro acto introduz a premissa principal, que consiste numa missão de resgate.

Bryce tenta encontrar o seu equilíbrio emocional, dado que a sua licença de guarda costas está suspensa e Sonia Kincaid vai recrutar os seus serviços para salvar Darius, que aparenta ter sido sequestrado por uma organização criminosa que pretende destruir a economia europeia. As cenas de ação são completamente ridículas e a sinergia entre Salma Hayek e Ryan Reynolds é contagiante, resultando num filme divertido e que não se leva particularmente a sério.

Adicionalmente, este trio vê-se forçado a trabalhar para Bobby O’Neill, um agente da Interpol que pretende capturar Aristotle Papadopoulos, o magnata grego que controla uma poderosa teia criminosa. A narrativa é o menos relevante neste filme, mas existe, conduzindo o segundo acto pelo passado de Sonia Kincaid, que tem uma ligação inesperada ao vilão.

A cereja no topo do bolo é a inserção de Michael Bryce Sr. na narrativa, uma lenda do universo dos guarda-costas, que fecha o arco narrativo deste filme. O terceiro acto conta com as habituais cenas de ação e uma batalha final memorável, a bordo de um iate. Se procuram um filme despretensioso e divertido esta é sem dúvida uma boa escolha.

O casting composto por Antonio Banderas, Morgan Freeman, Samuel L Jackson, Salma Hayek, Ryan Reynolds, Frank Grillo e Tom Hopper é soberbo e vale certamente os 100 minutos de investimento.

Mediano
66%

Supergirl T.6

Conforme referi no artigo anterior, Lex Luthor está longe de considerar-se derrotado e consegue escapar à prisão, utilizando a plataforma Obsidian. Adicionalmente, vai obter os poderes dos membros da Leviathan, na tentativa de destruir todos os que se opõem à sua vontade. Após uma batalha na Fortaleza da Solidão, Kara é enviada para a Zona Fantasma, dando início a um arco narrativo que vai suportar esta derradeira temporada.

A equipa vai criar um plano para salvar a nossa heroína, contando com a ajuda de M’Gann e Lena Luthor. A primeira tentativa revela-se catastrófica, libertando Fantasmas para a Terra, o que vai causar dificuldades imprevistas e atrasar substancialmente o resgate. Na Zona Fantasma, Kara vai encontrar o seu Pai, Zor-El e uma princesa da quinta dimensão, NyxlygsptInz, que se encontra exilada.

Previsivelmente, Kara e o seu Pai são resgatados, permitindo que NyxlygsptInz escape de forma clandestina, a bordo da nave. Ficamos mais tarde a saber que o seu objetivo é conquistar o Universo e vingar-se do seu Pai, que foi o responsável pelo exílio. A componente principal desta temporada é a magia, assente numa lógica de 6 totems, que quando combinados formam uma arma de poder incomparável.

Vamos ter viagens no tempo, o regresso de Winn Schott , Cat Grant, James Olsen e uma parceria improvável entre Lex Luthor e NyxlygsptInz, naquela que para mim é das temporadas mais fracas de Supergirl. Na minha opinião, a segunda e terceira temporadas são claramente as mais fortes, embora a adição de Lex Luthor e da Leviathan tenha sido uma lufada de ar fresco.

Para quem assumiu o compromisso de levar esta série até ao fim, penso que ficarão agradados com o desfecho, embora existam vários pontos com os quais discordo, mas esse é um desafio que lanço aos leitores. Caso estejam interessados em debater esse tópico, utilizem a caixa de comentários para o efeito.