O Futuro da Nintendo

Em Janeiro, tive a oportunidade de partilhar a minha opinião acerca do hardware e software da Switch. Agora que já tive oportunidade de a testar, parece-me evidente que a Nintendo está a preparar o futuro, que vai passar exclusivamente pela plataforma móvel (handheld e telemóveis/tablet).

A Wii-U foi a primeira visão da marca nipónica, que teve como objetivo a consolidação de ideias e do conceito inerente a um produto híbrido. No que diz respeito à Switch, gosto do look cel-shaded de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e do facto de ser open world, dando uma escala completamente diferente das aventuras anteriores. Acredito no entanto que esta será uma das últimas consolas da Nintendo, pelos motivos que passo a enumerar.

A Classic Mini teve uma procura enorme, vendendo 1.5 milhões de unidades em dois meses, apesar da recorrente falta de stock. A previsão de vendas da Switch para este ano é de 5 milhões de unidades, o que demonstra a despreocupação em competir com a Microsoft e Sony. Parece-me claro que esta consola é mais uma experiência, no caminho para a implementação do produto híbrido, o que faz sentido, com o actual status quo.

A nível de hardware e software, os rivais Microsoft e Sony apresentam um produto muito superior e continuarão a liderar o mercado. No entanto, o cenário na plataforma móvel é bem distinto, com a 3DS a dominar claramente, sem rival à altura. Por todos estes motivos, acredito que nos próximos cinco a oito anos, a Nintendo vai mudar claramente o seu foco, assentando numa oferta de produtos híbridos, que privilegiem a mobilidade.

Parece-me uma decisão inteligente e que procura capitalizar no sucesso e conceito de dois produtos que foram lançados há alguns anos: a Wii e a DS. E não é por acaso que no final de 2016 foi lançado o Super Mario Run, que acabou por ter um sucesso assinalável, mesmo com um valor de 10 euros.

Qual é a vossa opinião? Partilham desta ideia ou acreditam que o rumo da Nintendo será totalmente distinto?

O regresso de Samurai Jack

O próximo dia 11 de Março marca o regresso de Samurai Jack, uma série de animação que marcou uma era na Cartoon Network. As primeiras quatro temporadas, são compostas por cinquenta e dois episódios, narrando as aventuras de um príncipe do Japão Feudal.

Para vos enquadrar, Jack recebe uma katana mágica por parte do seu Pai, iniciando uma viagem pelo Mundo, na tentativa de se preparar para o regresso do demónio Aku. A profecia vai cumprir-se, levando a um primeiro embate com o demónio, que acaba por escapar através de um portal, dando início à premissa principal da narrativa de  Samurai Jack.

Estou francamente entusiasmados com o regresso desta série. Treze anos é um período de espera elevado, mas Genndy Tartakovsky vai novamente assumir o leme, pelo que estou convicto que será uma conclusão épica. Para terminar, apenas a nota que podem acompanhar a série no Adult Swim (que faz parte da CN, emitindo no horário entre as 20:00 e as 6:00 da manhã).

Forbidden Island

Forbidden Island requer cooperação entre os vários jogadores, de forma a poderem atingir o objetivo proposto. Essencialmente estamos presos numa ilha, que se está a afundar a um ritmo frenético.

É fundamental encontrar uma estratégia que permita retardar a subida da água, assim como recolher o tesouro e items necessários para levar de vencida os restantes jogadores. Mas atenção que será necessário realizar alguns sacrifícios para atingir esse objetivo.

FI permite 2-5 jogadores, com vários níveis de dificuldade e oferece longevidade, diversão e um tabuleiro/cartas de elevada qualidade para um set que custa cerca de 20 euros. Estamos perante um produto que recomendo sem hesitação. E à semelhança do que tenho vindo a partilhar, uma aventura demora em média 30 minutos, o que é perfeito para receber amigos e familiares.

Se preferirem ter a experiência via tablet, recomendo o download do jogo (disponível para iOS). Caso gostem de FI, recomendo igualmente o mais recente título, com o original nome de Forbidden Desert.