Gantz: 0

Uma vez mais, trago-vos um filme, realizado por Yasushi Kawamura, baseado numa manga de sucesso. A escolha recaiu na obra de Hiroya Oku, que envolve uma estranha esfera negra, apelidada de Gantz, que promove um jogo cujo objetivo é sobreviver. O que ainda não sabem, é que os jogadores são recrutados aquando da sua morte e que os seus adversários são demónios e estranhas criaturas oriundas de outros planetas ou dimensões. Para complicar ainda mais este cenário, estas batalhas ocorrem em cidades repletas de habitantes, em que a violência atinge proporções massivas.

Nos noventa minutos de filme, vamos acompanhar a batalha de Osaka e a luta pela sobrevivência de Masaru Kato, que tenta desesperadamente garantir a vitória, de forma a poder ressuscitar. A narrativa é envolvente, criando os alicerces necessários para nos preocuparmos com as personagens. Vamos sendo progressivamente informados das condições deste jogo, que é cruel mas permite ressuscitar quem atingir os 100 pontos, algo que ocorre quando derrotam o BOSS final.

Os equipamentos disponíveis variam consoante a pontuação alcançada em jogos anteriores, o que representa uma desvantagem para o nosso “herói”, que apenas tem uma arma de partículas. Todas as lesões que ocorrerem são curadas, desde que o jogador esteja vivo no momento em que o objetivo final é alcançado. E é com esta premissa que somos lançados nas ruas de Osaka, com batalhas intensas, repletas de sangue e mortes constantes. A animação está muito bem conseguida e no global, consideramos Gantz: O uma experiência interessante e que recomendamos.

Para terminar, apenas destacar a soberba banda sonora, que se ajusta de forma perfeita ao filme, assim como a qualidade da animação, que apresenta um realismo e atenção ao pormenor verdadeiramente digna de registo. Se são fãs da manga ou apenas do anime, gostaria imenso de ouvir a vossa opinião acerca do filme, que tem recolhido críticas muito positivas.

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Numa era inevitavelmente associada ao capitalismo e consumismo, sabe sempre bem constatar que a amizade não se compra, conquista-se! Por esse motivo, quero apenas aproveitar para agradecer a todos aqueles que investiram uma pequena porção do seu tempo para me parabenizar.

Foi um dia tranquilo, em que aproveitei para descontrair e recarregar baterias para o resto do ano, que será repleto de desafios pessoais e profissionais. E agora, resta-me retirar para o Vale dos Lençóis.

Dark Matter T.2

A primeira temporada demonstrou potencial, embora tenha decorrido a um ritmo demasiado lento, na minha opinião. Paralelamente, ficou pendente um enorme cliff-hanger, que acaba por ser resolvido nos primeiros episódios, de forma pouco convincente.

A primeira fase, que decorre na prisão, é algo enfadonha e sinceramente acrescenta muito pouco à narrativa. É uma realidade que apresenta algumas novas personagens, que acabam por ser removidas da série de forma abrupta. Como habitualmente, vou evitar spoilers, pelo que vou manter as observações a um nível indirecto.

A parte mais positiva acaba por ser o destaque atribuído à androide da nave, assim como ao passado da tripulação, terminando com uma peça de tecnologia que irá permitir uma vantagem táctica à equipa da Razza.

Os últimos episódios são francamente melhores, com traições, mortes inesperadas, realidades paralelas e plot twists que podem fazer a diferença na terceira temporada, que se encontra confirmada. Tenho muito pena que Dark Matter continue a ficar muito aquém do seu potencial, sobretudo em termos de narrativa, que permanece redundante. Para terminar, gostaria apenas de saber se acompanham esta série. Qual a vossa opinião? Partilham dos meus receios?