Doctor Who

O doodle de hoje diz respeito ao 50º aniversário de uma série de culto da BBC: Doctor Who. Como entusiasta de ficção científica não posso deixar de realçar esta iniciativa, até porque é uma das minhas séries de eleição. Para quem não conhece fica a sugestão: comecem pela remake de 2005 ou se preferirem os originais de 1963 e acredito que ficarão fãs.

Doctor Who conta as aventuras do último  Time-Lord, que visita o Universo em eras diferentes, com o intuito de resolver mistérios e ajudar a Humanidade. A sua viagem conta com um companheiro, que é normalmente escolhido de forma aleatória (ou talvez não) e partilha a experiência de viajar na Tardis, a famosa máquina do tempo, que tem o aspecto de uma velha caixa azul.

Existem inúmeros inimigos mas destacaria os Daleks, Cybermen, Sontarans, Silurians e o infâme The Master. Os episódios são absolutamente soberbos, repletos de humor e com uma toada não violenta. Pensem em Doctor Who como um Ghandi com uma sonic screwdriver.

E como diz a River Song… “no spoilers”. Recomendo sem hesitação que passem a acompanhar Doctor Who, que será representado por Peter Capaldi (o 12º Doutor).

 

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Thor: The Dark World

A sequela de Thor chegou finalmente ás salas de cinema e como fã convicto da Marvel não podia falhar. Confesso que fiquei algo preocupado com os trailers e com as sucessivas alterações a que o filme foi sujeito mas o facto de terem conseguido reunir o casting original fez-me ter fé em The Dark World.

A narrativa decorre essencialmente em Asgard, onde Thor continua a lutar pela paz. Loki encontra-se encarcerado e tudo parece correr pelo melhor, apesar de Jane Foster continuar na Terra. E é precisamente no nosso planeta que um raro alinhamento planetário vai convergir, algo que apenas ocorre a cada 5000 anos. O resultado prático desse fenómeno é a ausência de fronteiras entre os 9 reinos, o que se revela trágico para Jane Foster que acaba por ser “infectada” pelo Aether, uma força indestrutível que remonta aos primórdios da criação.

Christopher Eccleston é o líder dos Dark Elfs, uma raça que sobreviveu em estado de hibernação durante milénios, esperando pacientemente pelo reaparecimento do Aether. A partir deste momento o filme arranca em termos de acção, com batalhas épicas entre Asgardians e estes estranhos seres, com clara vantagem para Malekith, o vilão deste filme. Uma perda irreparável vai forjar alianças e traições inesperadas, com Thor e Loki a unirem esforços para combater e derrotar os Dark Elfs.

A batalha épica final vai decorrer no Planeta Terra, com o filho de Odin a ter de utilizar todos os seus recursos para salvar Jane Foster e os nove reinos. Sem colocar spoilers, posso confirmar que está assegurando um terceiro filme da saga, que vai certamente continuar a storyline desenvolvida em The Dark World.

Pessoalmente, gostei da experiência (2D) embora tenha ficado algo desiludido com a batalha final, que considero banal e sem grande interesse. O ponto mais forte é claramente o facto de terem mantido o elenco original e conseguirem equilibrar os momentos cómicos com a narrativa de forma quase perfeita. Mesmo assim, considero melhor o primeiro filme de Thor mas recomendo a sequela.

Não saiam da sala antes dos créditos finais, dado que temos 2 teasers (um para o Guardians of the Galaxy e outro para a sequela de Thor).