A minha aventura está quase no fim mas ainda existem alguns inimigos para derrotar. Convém salientar que nenhuma ovelha foi maltratada durante a gravação deste clip.
A minha aventura está quase no fim mas ainda existem alguns inimigos para derrotar. Convém salientar que nenhuma ovelha foi maltratada durante a gravação deste clip.
Os fãs de jogos e sistema retro adoram emuladores mas nada bate a experiência de utilizar os cartuchos e comandos originais. Curiosamente nos últimos 2 anos está em voga recuperar esse espírito, com o consequente aumento do preço dos jogos e o aparecimento de projectos como o Retrode.
Essencialmente este dispositivo/adaptador funciona em qualquer sistema operativo, com conectividade USB e permite reviver os clássicos da Mega Drive e SNES. Podem igualmente ligar os comandos originais (na versão 2 do Retrode) e recriar uma experiência digna dos ano 90. Foram excelentes momentos que vivi com a minha Mega Drive e confesso que ainda hoje mantenho o gosto pelos jogos retro, conforme podem facilmente comprovar se acompanham o blog.
O preço poderia ser mais atractivo (65 euros aproximadamente) mas com a desvantagem de implicar custos de importação. Honestamente ainda não encontrei um site/loja em terras lusas que comercialize este produto. Deixo-vos a sugestão, sobretudo para os leitores que possuem jogos destes dois sistemas. Esta é uma excelente forma de “preservar” as consolas antigas e melhorar a experiência com o hardware actual.
E a parte mais interessante é que o criador já prometeu lançar uma versão compatível com Atari, Neo-Geo e Nintendo 64.
John McClane é sem dúvida uma figura mítica dos filmes de acção e continua a garantir êxito de bilheteira, apesar da idade avançada de Willis e da ausência de argumento. O primeiro Die Hard está na minha lista de melhores filmes de acção de sempre e o terceiro também se revelou muito interessante, essencialmente pelo facto de terem actores de nível (Samuel L Jackson e Jeremy Irons) e um enredo sólido. A grande questão é que estes “pormenores” estão ausentes de “A Good Day to Die Hard”, tornando o filme num desfile de balas, frases feitas e façanhas impossíveis de realizar pelo mais comum dos mortais.
A premissa é simples: Jack McClane é preso e o seu Pai viaja até à Rússia numa tentativa desesperada de obter a redenção, pedindo perdão por anos de ausência enquanto Pai. Ao chegar ao Tribunal é testemunha de um ataque brutal que visa libertar um bilionário russo que iria depor contra um membro do Governo. Começam as cenas de perseguição e as piadas fáceis, chegando-se à conclusão que Jack trabalha para a CIA, cabendo a John o papel de sidekick nesta aventura.
Temos milhões de balas por minuto a voar, quedas impossíveis, perseguições intermináveis e uma batalha final em Chernobyl, tornando este filme numa roda viva de acção, com uma total ausência de narrativa. Com excepção de Bruce Willis, a interpretação é muito fraca (não gostei de Jai Courtney) e não fiquei minimamente convencido, o que não me surpreendeu. Confesso que ía com expectativas muito baixas mas o Die Hard tem de ser visto no cinema, é uma espécie de ritual.
Como alguém me disse no final, até o célebre “Yippee ki-yay” foi dito numa altura em que não fazia muito sentido. Só consigo recomendar este filme para os fãs hardcore. Aos restantes sugiro que o vejam daqui a uns tempos por casa. Com base nos dois últimos filmes, espero que tenham sinceramente dado a reforma a John McClane, que bem precisa de descansar e curar aquelas nódoas negras todas…