O dilema do espaço em disco

É curioso como a tecnologia evolui num curto espaço de tempo. Ainda me recordo de ter discos com 40 GB e considerar esse espaço um Universo inesgotável de armazenamento de dados. Alguns anos depois sou confrontado com a dura realidade de possuir 3.2 TB e estar constantemente a gerir esse espaço de forma minuciosa. Tenho perfeita consciência que a minha decisão de passar toda a informação contida em DVD/CD para HDD precipitou este descalabro, mas não me arrependo minimamente.

Já contemplei outras soluções, mas em tempo de crise não considero prioritário investir nessas alternativas. Continuo por isso a confiar na minha capacidade de gestão do espaço remanescente (cerca de 180 GB à data). Como certamente se recordam, sou um utilizador de Mac e crente no conceito de Time Machine, o que nem sempre é saudável em termos de espaço em disco. Para complicar ainda mais, sou um ávido consumidor de séries de TV e gosto de editar os vídeos que realizo na minha Xacti, o que se torna por vezes frustante, com a necessidade de apagar informação.

Nesta fase, penso que me adaptei ao cenário e consigo manter um rácio aceitável de espaço livre em disco, porque adoptei a estratégia de apagar os filmes/séries que não considero fundamentais. Essencialmente, passei a ser mais criterioso, o que me permite possuir uma biblioteca muito interessante e garantir a viabilidade dos meus backups.

Gostaria de ouvir a vossa opinião sobre este tema e as vossas experiências nesta matéria. São mais organizados do que eu? Ou optaram por outras soluções?

Star Trek: The Next Generation

Levou o seu tempo mas consegui (finalmente) rever as sete temporadas de ST – TNG . Correndo o risco de me repetir, volto a salientar que gosto muito do franchise, apesar de não ser um Trekkie.

A narrativa desta série decorre no séc. XXIV e apresenta-nos a nova tripulação da Enterprise, comandada por Jean-Luc Picard. TNG aborda várias temáticas, nomeadamente a evolução de Data, os testes impostos por Q, a ameaça Borg, o império Klingon e a as relações com os Cardassian e Romulans.

O desenvolvimento das personagens é uma constante, com enredos paralelos que se prolongam por várias temporadas, o que é fundamental para o sucesso da série. Penso que o melhor elogio que se pode fazer é o facto de nos esquecermos por completo de Kirk e Spock, figuras míticas da geração anterior de Star Trek.

Existe igualmente uma preocupação em interligar vários aspecto do Universo ST, com destaque para a participação especial de Spock e Scotty em alguns episódios. São sete temporadas de grande qualidade e que na minha opinião merecem ser revisitadas em qualquer altura.

Sinceramente, esta é a melhor série da saga ST, mas gostaria de ter o vosso feedback. Concordam comigo? Preferem a série original? O meu próximo objectivo é revisitar Star Trek Voyager, com a Capitã Janeway.