Thor: Love and Thunder

O vigésimo nono filme da MU foca-se num dos meus arcos preferidos da Marvel, da autoria de Jason Aaron. O primeiro ato introduz Gorr, o último da sua raça, que rejeita o seu Deus Rapu, após a morte da sua filha. O seu poder aumenta significativamente com a aquisição da Necrosword, uma espada que lhe permite matar os Deuses, utilizando as forças das trevas. Após dizimar vários entidades divinas, Gorr segue na direção de New Asgard, onde vai enfrentar, pela primeira vez, Valkyrie, Mighty Thor e Thor Odinson.

Uma parte relevante da narrativa é a condição física de Jane Foster, que se encontra no estado terminal de cancro. Por motivos que serão revelados mais tarde, é criada uma ligação com Mjolnir, conferindo-lhe os mesmos poderes de Thor. Love and Thunder tenta manter a mesma fórmula de Ragnarok, no que diz respeito a humor mas falha de forma contundente. São poucos os momentos em que as piadas funcionam, mesmo durante a batalha épica do primeiro ato, ao som dos Guns N´Roses, cuja música é utilizada de forma recorrente ao longo deste filme.

A introdução de Zeus e sobretudo a sua conduta, não fazem qualquer sentido, assim como a tentativa de conferir uma personalidade a Stormbreaker. A narrativa é igualmente muito fraca, apoiando-se muito pouco na obra de Jason Aaron, que ajudaria a elevar Love and Thunder. No que diz respeito a interpretações, Christian Bale é de longe a estrela, apesar de ter uma personagem com pouca profundidade e cujas motivações foram pouco exploradas.

Os efeitos especiais são um dos pontos altos, bem complementados com cenas de ação mas o pouco desenvolvimento narrativo converte este filme num dos mais fracos da saga Thor.

No final das duas horas de filme, fica uma sensação de vazio, sobretudo pelo facto desta experiência pouco ter contribuído para a evolução do nosso herói. Love and Thunder tem duas cenas pós-créditos, que lançam a potencial introdução de um novo herói mitológico na MCU.

Mediano
65%

The Punisher T.1

Após a sua introdução em Daredevil, Frank Castle regressa para investigar a conspiração que resultou no assassinato da sua família. Ao longo desta temporada, vamos conhecer Curtis Hoyle, um veterano que serviu com o nosso anti-herói, assim como Dinah Madani, uma agente da Homeland Security, que tenta desvendar o mistério por detrás da morte do seu parceiro em Kandahar.

No segundo episódio, temos a introdução de Micro, um hacker que tem imagens comprometedoras da unidade de Frank, comprovando que foram os responsáveis pela morte de Ahmad Zubair, o parceiro de Madani. De forma relutante, Castle acaba por colaborar com Micro, no sentido de revelar os planos de Carson Wolf, que acaba por ter ligações bem mais obscuras do que inicialmente previsto.

A série é extremamente violenta e lida com a perda e a necessidade de justiça que atormenta Frank Castle. Ao longo dos episódios, vamos tendo mais detalhe da sua vida familiar e da sua relação com Karen Page e com a família de Micro, com as quais trava uma relação de amizade.

Billy Russo, outros dos ex-camaradas de armas de Frank é introduzido na narrativa, convertendo-se num dos principais motivos de interesse desta temporada. Estejam preparados para muita violência, drama e as inevitáveis traições, que irão conduzir inevitavelmente à “criação” de Punisher, no derradeiro episódio.

Na minha opinião, esta é, em conjunto com Daredevil, a melhor adaptação da Marvel no formato de série.  Recomendo sem hesitação e convido-vos a partilhar o vosso feedback sobre este tópico.

Sideshow Ahsoka Tano 1/4

A série Clone Wars revitalizou o universo Star Wars, sobretudo pela introdução de personagens como Asajj Ventress, Cad Bane, Capitão Rex  e Hondo Ohnaka, entre muitos outros.

No entanto, foi Ahsoka Tano quem mais se destacou, convertendo-se num fenómeno de popularidade, graças ao seu soberbo arco narrativo.

A padawan de Anakin Skywalker continuou as suas aventuras em Rebels, o que originou o lançamento desta estátua em 2021. Como é apanágio neste meio, realizei a pré-reserva e esperei pacientemente um ano, altura em que recebi no Quartel General esta fabulosa representação, no formato 1/4.

A pintura é imaculada e o detalhe do traje está muito fiel ao material original, convertendo esta peça num dos destaques da coleção. O preço é elevado, mas se o vosso orçamento acomodar o investimento, recomendo vivamente a aquisição.

Como habitualmente, termino com uma galeria de fotos, em que podem associar as minhas palavras à estátua produzida pela Sideshow.

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