Black Panther

Após uma curta aparição em Civil War, vamos conhecer a história do Príncipe T’Challa e a sua ascensão ao trono. A narrativa retoma o atentado que vitimou o seu Pai, o rei T’Chaka e apresenta-nos Wakanda em todo o seu esplendor.

Confesso que sempre considerei fascinante o conceito da nação mais poderosa e tecnologicamente mais evoluída do Mundo optar por se “camuflar” no continente africano, como um país de agricultores.

Mas passemos à minha opinião. Black Panther consegue ter quatro actos bem definidos, que nos apresentam na perfeição os heróis e vilões, assim como as suas motivações. Como é habitual, vou manter este texto livre de spoilers, mas realço uma narrativa muito dinâmica, com fortes referências culturais, que aposta numa banda sonora apropriada e no humor típico que tem marcado os últimos projectos da Marvel.

Paralelamente, vamos conhecer a “fonte” do poder de Black Panther, mais concretamente as ervas em formato de coração, que terão um papel relevante no desfecho desta primeira aventura. O casting é francamente soberbo, com destaque para Michael B Jordan, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Letitia Wright e Danai Gurira.

A simbiose entre a componente tecnológica e ancestral é alcançada na perfeição, fazendo de Black Panther um dos melhores filmes da Marvel dos últimos anos. Nota de destaque para os efeitos especiais e para as excelentes coreografias de luta.

Para terminar, recomendo vivamente a ida ao cinema e, como sempre, convido-vos a partilhar a vossa opinião acerca deste tema.

XL

Estou extremamente entusiasmado com 2018, porque tenho a certeza que será marcante em termos profissionais e pessoais. Este espaço tem crescido de forma consolidada e são vários os projetos que tenho em mente para os próximos meses. Fiquem atentos porque será disponibilizado conteúdo extremamente interessante e diferente do habitual.

O dia de hoje marca igualmente o meu quadragésimo aniversário e sinto-me mais determinado e focado que nunca. A idade é um estado de espírito e permaneço um jovem de 18 anos, com 22 de experiência acumulada 😛

Quero agradecer a todos os meus amigos e familiares que tiraram um momento do seu dia para me enviar os parabéns. O mais curioso para mim foram os canais de comunicação escolhidos, que se enquadram na era digital em que vivemos (Facebook, WhatsApp, Instagram e Linkedin). Muito respeito para quem ainda optou por ligar ou enviar uma SMS, numa onda muito retro eheheh.

Até breve, que há muito trabalho e conteúdo para produzir! Obrigado pelo vosso apoio.

Xeno Crisis

Nos últimos dois anos tem existido um aumento significativo de projectos retro financiados via kickstarter. A mais recente pérola é Xenocrisis, um título original para a Mega Drive / Genesis e Sega Dreamcast, que será disponibilizado em formato físico (cartucho) assim como em digital (ROM).

Estamos perante um arena shooter, com suporte para dois jogadores, que é claramente inspirado por jóias como Smash TV, Contra e Shock Troopers. Gosto particularmente do look 16 bit, fazendo homenagem ao período em que a Sega dominava o mundo dos videojogos. A narrativa faz-me lembrar Alien 2, dado que controlamos um de dois marines, cujo objetivo é eliminar a colónia da ameaça dos xenomorfos, num total de cinco níveis.

Deixo-vos um curto vídeo para que tenham uma noção do que podem esperar. São entusiastas de retro gaming? Estão a ponderar adquirir uma cópia?