Under The Dome T.1

Baseado na obra de Stephen King, Under the Dome decorre na pacata cidade de Chester´s Mill, em que um estranho evento interrompe o contacto com o resto do Mundo. A acção decorre no dia em que a Cúpula se materializa do nada, criando o pânico e encurralando grande parte da população local.

Após a morte inesperada do Xerife, a administração da cidade fica a cargo da família Rennie, que é dona de grande parte dos negócios locais. Temos igualmente a presença de Dale Barbara, mais conhecido por Barbie, um ex-militar que aparenta ter um passado repleto de mistério e Julia Shumway, uma jornalista que vai tentar descobrir a origem da Cúpula.

Com o avançar da narrativa, vamos tomar conhecimento dos segredos de grande parte dos residentes, numa estranha trama que envolve drogas, o exército e algo sobrenatural. No global, esta primeira temporada é muito interessante, criando no espectador a preocupação para com os habitantes e o seu destino.

Temos vários anti-heróis e um vilão que se destaca, tentando manter o status quo a todo o custo. Estou francamente curioso para a evolução da próxima temporada, dado que terminamos com dois enormes cliffhangers. Iremos finalmente ter a criação de facções, dentro da cúpula? Quem são os responsáveis pela criação da mesma? Qual a importância de Barbie para o Exército? Todas estas questões ficam em standby para os próximos treze episódios.

Fear the Walking Dead T.2

A narrativa vai decorrer inicialmente a bordo do Abigail, que é comandado por Strand, que aparenta ter uma agenda escondida. Sem colocar grandes spoilers, posso adiantar que vamos ter uma separação do grupo, assim como o desvendar de alguns segredos dos principais membros da tripulação.

A infeção continua a expandir, atingindo grande parte dos EUA e México, confirmando-se que as grandes cidades estão sob o controlo dos zombies. Há uma clara tentativa de humanizar as personagens, explicando o passado e justificando algumas acções com essa carga negativa. A luta pela sobrevivência torna-se real, mudando o carácter e os valores que regem grande parte do grupo.

Aliás, diria que esta segunda temporada se transforma no catalizador de uma transformação profunda, aproximando um pouco a série de Walking Dead. Pela primeira vez, torna-se uma luta pela sobrevivência, em que apenas os mais fortes podem vencer. Gostei francamente do rumo que FTWD tomou, terminando num cliffhanger muito interessante, em que temos uma milícia ou militares a controlar uma zona específica da fronteira.

Estou igualmente curioso para descobrir como vão decorrer as várias histórias paralelas que se criaram com a separação quase completa do grupo. E mais uma vez, sem colocar spoilers, vamos ter saídas e entradas da narrativa. Resta saber se serão definitivas ou não…