Após uma curta aparição em Civil War, vamos conhecer a história do Príncipe T’Challa e a sua ascensão ao trono. A narrativa retoma o atentado que vitimou o seu Pai, o rei T’Chaka e apresenta-nos Wakanda em todo o seu esplendor.
Confesso que sempre considerei fascinante o conceito da nação mais poderosa e tecnologicamente mais evoluída do Mundo optar por se “camuflar” no continente africano, como um país de agricultores.
Mas passemos à minha opinião. Black Panther consegue ter quatro actos bem definidos, que nos apresentam na perfeição os heróis e vilões, assim como as suas motivações. Como é habitual, vou manter este texto livre de spoilers, mas realço uma narrativa muito dinâmica, com fortes referências culturais, que aposta numa banda sonora apropriada e no humor típico que tem marcado os últimos projectos da Marvel.
Paralelamente, vamos conhecer a “fonte” do poder de Black Panther, mais concretamente as ervas em formato de coração, que terão um papel relevante no desfecho desta primeira aventura. O casting é francamente soberbo, com destaque para Michael B Jordan, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Letitia Wright e Danai Gurira.
A simbiose entre a componente tecnológica e ancestral é alcançada na perfeição, fazendo de Black Panther um dos melhores filmes da Marvel dos últimos anos. Nota de destaque para os efeitos especiais e para as excelentes coreografias de luta.
Para terminar, recomendo vivamente a ida ao cinema e, como sempre, convido-vos a partilhar a vossa opinião acerca deste tema.
Hugo Cardoso
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