Falling Skies T.5

A quinta e derradeira temporada começa com o regresso de Tom Mason à sua base, após a destruição da infraestrutura Espheni na Lua. O líder da Resistência passa por uma experiência traumática, revivendo fases da sua vida com a sua falecida esposa, o que deixa marcas profundas.

Ao regressar à Segunda Massa é incapaz de explicar como sobreviveu mas vai recebendo informações em estranhos encontros que vai tendo com uma criatura que se intitula a última sobrevivente dos Dornia, uma raça conquistada pelo Espheni. A narrativa torna-se menos positiva nesta última temporada, com batalhas sangrentas entre Tom, Pope e a Rainha dos Espheni.

Vamos finalmente conhecer os reais motivos para a invasão e novas formas de infiltração dos Espheni, que conseguem duplicar ADN humano, criando clones perfeitos. Pelo meio, temos alguns episódios que visam humanizar as personagens, criando a ponte para a resolução do triângulo amoroso existente entre Hall, Ben e Maggie , assim como a razão pelo qual Pope perde o discernimento e a razão (sem spoilers).

A batalha final é satisfatório, embora o final da série me pareça algo apressada, talvez pelo facto de ter apenas dez episódios. No global, Falling Skies é uma série competente, que vive das personagens fortes que consegue criar, embora esteja longe de ser memorável. Mas se são fãs de ficção científica sugiro que invistam tempo e vejam os 52 episódios disponíveis.

Lisboa Games Week 2017

Pelo quarto ano consecutivo estive presente na LGW, que uma vez mais teve a FIL como palco. Estamos perante um evento que tem crescido exponencialmente, com presenças recorrentes da Nintendo, Sony e Microsoft, mas que tem conseguido equilibrar as restantes componentes.

Na edição deste ano voltamos a contar com os habituais espaços de retro-Gaming, simuladores, arcade e pinball, aliados ás tecnologias mais recentes em termos de hardware para PC e a incontornável realidade virtual.

Podem igualmente assistir aos habituais torneios de FIFA, CS e League of Legends e participar na competição de Cosplay. Pelo meio, existem vários espaços onde podem degustar iguarias típicas de um gamer, assim como ingerir bebidas energéticas, enquanto realizam compras nas várias lojas que estão representadas pelos dois pavilhões.

Se precisam de algo mais animado, recomendo a zona dos drones, onde podem assistir a alguns truques ou, em alternativa, a RoboParty, onde temos batalhas entre robots, ao bom estilo de BattleBots.

Por último, temos a presença de várias caras conhecidas do YouTube nacional, que conseguem angariar verdadeiras multidões para um autógrafo. Pessoalmente, gostei do evento deste ano, que conseguiu juntar diversidade, animação e manter um ritmo adequado para tornar a visita numa experiência agradável e que possa ser aproveitada por todos.

O público alvo é extremamente jovem mas existiu uma presença importante de outras faixas etárias, associado a projectos indie e zonas retro, que este ano tinham a limitação de cinco minutos de jogo. Convido-vos a partilhar a experiência, caso tenham estado presentes e resta-me recomendar o evento, que terá nova edição em 2018.

Para terminar, a habitual galeria de fotos com alguns dos pontos de interesse.

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