A quinta e derradeira temporada começa com o regresso de Tom Mason à sua base, após a destruição da infraestrutura Espheni na Lua. O líder da Resistência passa por uma experiência traumática, revivendo fases da sua vida com a sua falecida esposa, o que deixa marcas profundas.
Ao regressar à Segunda Massa é incapaz de explicar como sobreviveu mas vai recebendo informações em estranhos encontros que vai tendo com uma criatura que se intitula a última sobrevivente dos Dornia, uma raça conquistada pelo Espheni. A narrativa torna-se menos positiva nesta última temporada, com batalhas sangrentas entre Tom, Pope e a Rainha dos Espheni.
Vamos finalmente conhecer os reais motivos para a invasão e novas formas de infiltração dos Espheni, que conseguem duplicar ADN humano, criando clones perfeitos. Pelo meio, temos alguns episódios que visam humanizar as personagens, criando a ponte para a resolução do triângulo amoroso existente entre Hall, Ben e Maggie , assim como a razão pelo qual Pope perde o discernimento e a razão (sem spoilers).
A batalha final é satisfatório, embora o final da série me pareça algo apressada, talvez pelo facto de ter apenas dez episódios. No global, Falling Skies é uma série competente, que vive das personagens fortes que consegue criar, embora esteja longe de ser memorável. Mas se são fãs de ficção científica sugiro que invistam tempo e vejam os 52 episódios disponíveis.
Hugo Cardoso
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