Transformers: The Last Knight

Com excepção do primeiro filme, a saga Transformers não tem sido particularmente bem tratada, mas nada me preparou para algo tão mau como Age of Extinction. Por esse motivo, entrei com expectativas terrivelmente baixas para The Last Knight, que acabou por me surpreender pela positiva.

A narrativa apresenta-nos a Humanidade em guerra com os Transformers, numa fase em que Autobots e Decepticons se encontram fragmentados e sem líder. Optimus Prime encontra-se a caminho de Cybertron e a chave para salvar o planeta assenta na ligação histórica entre os Cavaleiros de Távola Redonda e os Transformers, que juraram defender e proteger o bastão de Merlin, uma poderosa arma capaz de mudar o desfecho de qualquer guerra.

Até agora tudo parece terrivelmente rebuscado, mas a realidade é que funciona, resultado da simbiose criada entre acção e humor, com destaque óbvio para Bumblebee e Cogman. O regresso de Cade Yeager, Agente Simmons e do Coronel William Lennox são igualmente importantes para fazer a ligação com os filmes anteriores, assim como a adição de Vivian Wembley e Sir Edmund Burton, que conferem uma dinâmica diferente a The Last Knight.

Por último, a vilã Quintessa tem a sua relevância, até porque faz claramente a ponte para o próximo filme, que envolverá garantidamente Unicron. Existem cenas épicas de acção, carros de alta cilindrada, cavaleiros, submarinos, nazis e até uma luta entre Optimus e Megatron, mas é a dinâmica entre Yeager e Vivian que elevam esta aventura a um patamar muito superior aos dois filmes anteriores.

Apesar de não deslumbrar, há muito de positivo nestes 269 minutos, pelo que sugiro que lhe dêem uma oportunidade.

Falling Skies T.2

Tom Mason continua a ser um prisioneiro dos invasores, mas vai reaparecer misteriosamente, sendo baleado pelo seu próprio filho numa emboscada dos Skitters. Como é evidente, vai sobreviver, dando início à segunda temporada, que estará repleta de reviravoltas e decisões inesperadas.

O ritmo da primeira metade desta temporada não é do meu agrado, mas a realidade é que melhora substancialmente a partir do momento em que tomamos conhecimento de uma nova facção no conflito, que se tenta revoltar e libertar do controlo dos Overlords. Uma das minhas personagens preferidas é Pope, que volta a surgir na narrativa como um anti-herói, assim como o Captain Weaver, que é a voz da consciência de todo o grupo.

Temos as habituais batalhas mas sobretudo um excelente desenvolvimento de personagens, que vai coincidir com o ressurgimento de Maggie, que aparenta estar livre da influência do arnês (objeto que permite escravizar os humanos). A Segunda Massa alcança finalmente a cidade de Charleston, a nova capital dos EUA, onde vai encontrar uma resistência formada e liderada por um antigo professor de Tom (Arthur Manchester), que os vai acolher.

Escusado será dizer que vão existir tensões entre os residentes, sobretudo pela diferença de opinião em relação à melhor forma de derrotar o inimigo. Terminamos num cliffhanger, com a chegada de uma misteriosa nave, que promete trazer novidades para toda a Resistência.

Ai a minha Vida Ep.1

Uma das críticas construtivas que tenho recebido vai no sentido de disponibilizar mais conteúdo focado no meu quotidiano diário. Uma das formas que testei anteriormente foi o podcast,  mas devido a falta de tempo para cumprir um calendário de gravações, optei por seguir um caminho diferente.

Tomei a decisão de, periodicamente, narrar algumas das minhas aventuras, que podem (ou não) considerar relevantes, divertidas e quiçá profanas. Como sempre, com o vosso feedback para poder melhorar ou adaptar o formato. Finda esta introdução, parece-me importante salientar que o mês de Setembro foi intenso, com muita pressão a nível profissional, o que implicou dias com 12 horas de trabalho na maior parte das semanas. Mesmo assim, consegui realizar algumas tarefas adicionais, que partilho convosco.

Tudo começou com a aquisição de uma mesa de bar, algo que procurava há muito tempo. Acabei por conseguir um negócio interessante, naquela loja que tem o nome de um animal e a montagem foi bastante simples e eficiente. Neste momento, essa mesa serve para tomar o pequeno almoço (Estrelitas FTW), e quando não está a ser utilizada, serve de repositório para a minha Aurabox e para duas figuras do Dragon Ball.

Com o lançamento do novo catálogo do Ikea, pude finalmente adquirir dois candeeiros PS 2014, com desconto de 50%. A grande particularidade deste produto é o facto de parecer uma Estrela da Morte, pelo que não podia deixar escapar esta oportunidade. O processo de instalação parece simples mas a criação do estimado Sr. David Wahl foi esgotando a minha paciência, sendo necessário cortar parte do fio e instalar uma nova caixa de junção. Mas, com a preciosa ajuda do meu progenitor, o incomparável Sr. Alfredo Cardoso, conseguimos derrotar o oponente sueco e fixar o candeeiro no tecto do Quartel General.

Mais para o final do mês, foi lançado no Netflix a mais recente série do Universo Star Trek, o que me deixou entusiasmado mas hesitante, dado que os dois episódios não me permitiram ainda formar uma opinião concreta. Diria para já, que Discovery tem muito potencial mas necessita de algo que distancie a série de tantas outras que estão em exibição.

Por último, e para terminar Setembro numa nota elevada, tivémos o lançamento da SNES Mini, cuja opinião podem consultar neste artigo. Diria que foi um mês de desafios, a um ritmo alucinante mas que foi no global satisfatório. E quanto aos leitores, como foi o vosso mês? Algum ponto alto que mereça destaque?