A batalha continua, de forma épica! Mas não estou disposto a desistir, mesmo quando o écran fica repleto de balas que voam na minha direcção!
Sharknado V
O clã Shepard está de volta para mais uma aventura repleta de clichés, tubarões, cenas over the top e claro, as participações especiais de celebridades. O enredo, se é que existe, gira em torno de um artefacto recolhido em Stonehenge, que parece ser capaz de controlar sharknados e criar portais.
Fin encontra-se em Londres no início da aventura, mas vai percorrer grande parte do Mundo, com destaque para Australia, Itália, Brasil e Egipto. Será acompanhado nesta aventura pela sua esposa, April e pela destemida Nova, na tentativa de resgatar Gil, que se encontra preso no olho do furação, perdão, sharknado.
Temos participações especiais de Olivia Newton-John, Bret Michaels, Nichelle Nichols, Geraldo Rivera, Sasha Cohen, Tony Hawk e Dolph Lundgren, entre muitos outros, que enchem o écran de frases feitas e momentos verdadeiramente cómicos. Estejam preparados para cenas de acção constantes, sem grande interligação e que culminam em diálogos francamente hilariantes e terrivelmente mal interpretados.
Digno de registo é igualmente o humor negro constante, com referências a clássicos como Indiana Jones, Skyfall, Regresso ao Futuro e claro, à tragédia do Hindenburg. Vou evitar os spoilers, mas este quinto episódio termina num cliffhanger, o que confirma no mínimo, mais uma aventura deste verdadeiro ícone dos filmes de série B. Como não gostar da perseguição de carros que envolve um Smart, ou o aparecimento do Papa, que é interpretado por Fabio (sim, esse mesmo que estão a pensar) , para terminar na mais épica tagline de “Make America Bait Again”.
Sharknado 5, Global Swarming é uma ode a tudo o que é mau neste género, mas é precisamente essa característica que torna esta franchise única. Se gostaram dos filmes anteriores, garanto que não ficarão desiludidos com este quinto episódio. Ainda falta muito para o sexto?
The Walking Dead T.5
Rick e o grupo decidem realizar a viagem para Washington, na perspectiva de ajudar Eugene a salvar o Mundo do apocalipse zombie. No entanto, as dificuldades serão muitas, com particular destaque para um ataque dos sobreviventes de Terminus. Vão existir mortes e adições ao grupo, como tem sido frequente ao longo das temporadas, mas parece-me importante destacar o Padre Gabriel Stokes, uma personagem enigmática e que traz algo novo para o enredo.
Quando o cenário aparenta ser o mais negro possível, com escassez de comida e água, um inesperado visitante faz-lhes a proposta de integrar a comunidade de Alexandria, uma cidade fortificada e que apresenta os recursos necessários para garantir a sobrevivência do grupo.
Como sempre, surgem os problemas pessoais, os dilemas morais e criam-se facções, que podem levar à quebra da estabilidade nesta pacata cidade. Essencialmente, somos confrontados com o facto de os habitantes de Alexandria não estarem preparados para o mundo actual, sobretudo com a necessidade de tomar decisões em função do que é melhor para o todo.
A temporada conclui com a chegada de Morgan à cidade e com a mudança de atitude nos líderes de Alexandria, antevendo grandes alterações na narrativa. E confesso que estou curioso para saber como Michonne e Sasha vão superar alguns dos dilemas morais e psicológicos que enfrentam.