E viva a tecnologia

Este Natal foi mesmo em grande. A febre do gagdet atingiu-me a comprová-lo tenho na minha mesa um Nokia Ngage QD (muito bom para jogos, como telemóvel esqueçam) e um leitor de mp3 da Creative.

No que diz respeito ao meu PC, após alguma ponderação, optei por renovar a minha máquina. O meu velhinho, mas funcional Pentium 3 foi substituído por um portátil da Acer. Não sendo um topo de gama, foi uma boa compra em termos de qualidade/preço.

Estou bastante satisfeito com o comportamento, pecando apenas na autonomia de bateria mas recuperando muito na mobilidade.

King Kong

Confesso que quando vi os trailers iniciais não fiquei particularmente tentado com este remake do clássico de 1933. Com o passar do tempo e com a leitura de algumas críticas enchi-me de coragem e fui ao cinema.

Tem uma fotografia e um ambiente muito retro, o que é excelente para nos envolvermos na história. Peca no entanto pelo excessivo tempo de filme (3 horas). Os efeitos especiais são muito bons, com especial relevo para mais uma fantástica interpretação de Andy Serkis.

Jack Black tem um papel excelente o que ajuda a fazer de King Kong um filme com profundidade, evitando cair na tentação dos efeitos especiais em demasia.

 

Olá Europa

Finalmente uma noite de “glória” europeia. Para quem diz que o SLB não ganhou nada, a minha resposta é “ganhou uma equipa”. É verdade que Simão, Miccoli, Karagounis, Manuel Fernandes e Moreira fazem falta mas os que jogaram provaram que é possível. T

ivémos sorte, sem dúvida mas fomos mais fortes. As camisolas já não ganham jogos: essa é a grande ilacção que o Manchester United deverá tirar do jogo de quarta-feira. Quanto a Cristiano Ronaldo, deveria ter mais profissionalismo. É natural que seja assobiado, pois alinha pelo adversário e é inquestionavelmente uma das grandes figuras.

No que concerne ao meu Benfica, é óbvio que tem uma equipa limitada e o sonho de conquistar a Champions mantem-se apenas porque estamos em prova. A realidade é bem diferente e mantenho a minha convicção de que dificilmente algum clube português voltará a vencer a competição nos próximos cinco anos.

Quanto ao jogo, apenas louvar o espírito de equipa e celebrar a vitória. Estamos no bom caminho, o campeonato é longo mas devemos e podemos ter esperança. Desengane-se quem pensa que o título foi um acaso: temos equipa embora por vezes falte atitude e treinador.